Skip to content

A Minha Noite de Luxo e Prazer Inesquecível no Algarve

Acordei esta manhã no meu apartamento em Lisboa, o sol filtrando pelas cortinas de seda. Ao lado do meu namorado, uma rosa de renda preta no travesseiro dele. Uma tanga minúscula, cheirando a ele, a sexo da noite anterior. O meu coração acelerou. Peguei nela, inspirei fundo – almíscar misturado com o suor dele. Então, um papelinho: ‘A surpresa continua…’

O telemóvel tocou. A voz rouca do meu amor: ‘Feliz aniversário, minha putinha elegante. Vai já ao Four Seasons na avenida da Liberdade. Uma limusina espera-te. Depois falamos. Amo-te.’ Desligou. Eu, nua ainda, vesti um vestido de seda vermelha colado ao corpo, decote profundo mostrando os meus seios fartos. Saí a tremer de excitação, os mamilos duros roçando o tecido.

A Surpresa que Acendeu o Fogo no Meu Corpo

No hotel 5 estrelas, o lobby cheirava a jasmim e couro italiano. Um homem alto, loiro, olhos azuis como o Atlântico, esperava-me. ‘Inês? Sou o Alex. O teu homem arranjou tudo.’ Sorriu, carnudo, e eu senti o calor entre as pernas. Levou-me a um helicóptero no heliporto – jet privado, disse ele. Voámos para o Algarve, o vento quente da costa batendo na minha pele. Chegámos a um iate ancorado numa baía exclusiva, branco reluzente, champagne gelado à espera.

No iate, uma villa flutuante de luxo: sofás de veludo, candeeiros de cristal, o mar a ondular. Alex e o irmão dele, idêntico, músculos definidos sob camisas brancas. ‘Massagem a quatro mãos para começar’, murmurou Alex, os olhos nos meus seios. Despi-me devagar, a seda escorregando como um amante. Deitei-me na mesa de mármore aquecida, nua, exposta. Óleo quente de lavanda pingou nas minhas costas, mãos fortes – quatro delas – deslizando, círculos lentos. Hmm… suspirei, arqueando.

As mãos subiram aos meus seios, apertando os mamilos duros. Virei-me, pernas abertas. Dedos roçando a minha cona molhada, o clítoris inchado. ‘Queres o sumo?’, perguntou Alex, voz grave. ‘Sim, fode-me com os dedos.’ Entraram, dois de cada, esticando-me, o óleo misturando-se aos meus sucos.

A tensão subiu, o ar denso com o sal do mar e o meu cheiro de excitada. O iate balançava suave, a noite portuguesa quente e pegajosa. Eu gemia baixo, ‘Mais… não pares.’ Eles sorriam, predadores elegantes.

O Êxtase Cru e Selvagem no Iate Privado

Então veio o clímax selvagem. Alex despiu-se, o caralho grosso, veias pulsantes, cabeçona roxa. ‘Chupa-me, Inês.’ Ajoelhei-me no deck de teca, o mar chapinhando. Engoli-o todo, garganta funda, baba escorrendo. O irmão, Alain, fodeu-me a boca por trás enquanto eu lambia as bolas dele – salgadas, cheias. ‘Caralho, que puta gulosa’, grunhiu Alex.

Deitei-me na rede de seda, pernas escancaradas. Alex enfiou a picha na minha cona encharcada, fundo, batendo no colo do útero. ‘Ahhh! Fode mais forte!’ Alain meteu na minha boca, bolas no queixo. Trocaram: Alain no cu, lubrificado com óleo, esticando o anel apertado. Duplo, preenchida, gritei de prazer. O suor misturava-se ao champagne que vertiam nos meus seios, lambendo. Gozei primeiro, cona apertando, esguichando no caralho dele. ‘Porra, molha tudo!’ Alex explodiu dentro, porra quente jorrando. Alain no meu rosto, jatos grossos nos lábios, engoli o salgado.

Ficámos ofegantes, corpos colados, o iate solitário na baía. Alex limpou-me com toalhas Egyptianas macias, champagne nos lábios. ‘O teu homem pagou por luxo total. Ainda há mais.’ Sorri, saciada, pele formigando.

No jacuzzi da villa, borbulhas quentes, vinho espumante doce na língua. Senti-me rainha, privilegiada. Um orgasmo atrás do outro, em cenários de sonho – hotel, jet, iate. O meu corpo, marcado por eles, cheirava a sexo e Chanel No.5. Nunca esquecerei esta entrega total ao desejo, num Portugal de elite. Volto amanhã? Sim, por favor.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *