Acabei de voltar dessa viagem insana. Ainda sinto o corpo a pulsar. Eu, Inês, uma lisboeta de 35 anos, sempre aberta ao prazer, convidei o meu amante Ricardo para um fim de semana que ia mudar tudo. Chegámos de jet privado ao aeroporto de Lisboa. O cheiro a couro novo e champagne Dom Pérignon no ar. Ele olhava-me com fome, enquanto o piloto nos deixava no Four Seasons Hotel Ritz, a joia da cidade.
A suite presidencial era um sonho. Varanda com vista para o Tejo, lençóis de seda egípcia, o ar condicionado a sussurrar fresco contra a noite quente portuguesa. Tirei o vestido justo, revelando lingerie La Perla preta, rendas que mal cobriam os meus mamilos duros. ‘Queres-me já?’, perguntei, voz rouca, servindo-lhe uma taça de Moët gelado. Ele aproximou-se, mãos firmes na minha cintura. ‘Ainda não, minha pantera. Vamos aquecer devagar.’ Beijámo-nos, línguas dançando, o gosto doce do vinho misturado ao sal da pele dele. A tensão crescia. Desci as mãos ao volume nos calções dele, sentindo o pau endurecer. Hmm, grosso, pronto.
A Atmosfera de Luxo e a Tensão que Consome
No dia seguinte, jet para o Algarve. Directo para o iate ancorado na baía de Lagos. O sol batia forte, mar turquesa a brilhar. Eu de bikini mínimo, ele pilotava nu da cintura para cima, músculos bronzeados. Na villa privada na falésia, piscina infinita, o aroma a jasmim e mar. Jantámos lagosta grelhada, vinho verde fresco. ‘Hoje, sou teu mestre’, disse ele, olhos escuros. Eu sorri, excitada. ‘Domina-me, Ricardo. Faz-me tua.’ A noite caía quente, estrelas no céu, o som das ondas como um convite ao pecado.
Ele amarrou-me as mãos com seda da villa, olhos nos meus. ‘Ajoelha-te, puta luxuosa.’ Obedeci, coração acelerado. O pau dele, enorme, latejante, roçava os meus lábios. Chupei devagar, língua no glande inchado, saliva escorrendo. ‘Mais fundo, engole tudo.’ Forcei, garganta cheia, gemendo. Ele fodeu a minha boca, mãos no cabelo, forte. Depois, virou-me, espalmou a minha bunda redonda. ‘Esse cu é meu.’ Lubrificou com óleo de massagem Tom Ford, cheiro amadeirado. O plug anal entrou devagar, esticando-me, dor misturada a prazer. ‘Gostas, vadia?’
O Clímax Selvagem: Luxúria sem Filtros
‘Sim, fode-me o cu!’, supliquei, molhada como nunca, a cona pingando. Ele penetrou devagar, o pau grosso rasgando-me, centímetro a centímetro. Ahh, queima, mas delícia. Bombeava forte, bolas batendo na minha pele, suor escorrendo. ‘Mais rápido, caralho!’ Gritava eu, unhas cravadas no colchão de linho. Mudou para a cona, molhada e gulosa, fodendo como animal. Dedos no clitóris, eu gozei primeiro, corpo convulsionando, esguichando no pau dele. Ele não parou, virou-me de missionário, pernas nos ombros, penetrando fundo. ‘Vou encher-te de porra.’ Gozou dentro, quente, jorrando, gemendo rouco. Colapsámos, corpos colados, cheiro a sexo e luxo.
No iate ao amanhecer, nuos no convés, champagne nas mãos. O mar lambia o casco, brisa salgada na pele ainda sensível. ‘Foi épico, Inês. És insaciável.’ Ri, beijando-o. ‘Privilégio de quem vive assim. Villa, jet, iate… e o teu pau no meu cu para sempre.’ Senti-me rainha, satisfeita, corpo saciado. Essa luxúria selvagem no meio do luxo puro? Inesquecível. Quero mais. Já.