Chamo-me Inês, tenho 32 anos, lisboeta de gema, e adoro o luxo que me faz pulsar de desejo. Ontem à noite, aterrei no jet privado dele, o Ricardo, um magnata que me leva aos céus – literal e figurativamente. O cheiro do couro italiano no avião misturava-se ao seu perfume Creed Aventus, caro e inebriante. Bebemos champanhe Dom Pérignon, gelado, borbulhando na minha língua enquanto sobrevoávamos o Tejo ao pôr do sol.
Chegámos ao Four Seasons Ritz em Lisboa. A suite presidencial, com vista para o castelo de São Jorge, era um sonho: lençóis de seda egípcia, mármore aquecido no chão. Ele pediu ostras frescas e vinho verde pétula. Sentámo-nos na varanda, a brisa quente da noite portuguesa a acariciar a minha pele nua sob o robe de cetim. ‘Conta-me dos teus segredos, Inês’, murmurou ele, os olhos famintos. Eu ri, um pouco hesitante. ‘Sabes que sou mulher de experiência… mais de dez homens antes de ti. Gosto de luxo, mas o desejo é selvagem.’ Ele insistiu, excitado. Falei dos ex: o surfista da Ericeira que me fodia na praia ao luar, o italiano no iate que me chupava até eu tremer.
A Noite de Luxo e Tensão Sexual em Ascensão
A tensão subia. Ele perguntou se me masturbava quando ele viajava. Corri, mas confessei: ‘Sim, há dois dias, sozinha na minha villa. Pensei em ti.’ O ar estava carregado, o calor úmido de Lisboa a colar o robe à minha cona já molhada. ‘Conta-me como’, pediu, a voz rouca. Hesitei: ‘Eu… deitei-me de barriga para baixo, almofada entre as coxas, o tecido da seda a roçar o clitóris inchado. Mouillei tanto que escorria.’ Ele endureceu visivelmente sob as calças. Beijámo-nos, línguas urgentes, gosto de sal marinho e vinho.
No dia seguinte, jet para o Algarve. O iate dele, ancorado na baía de Lagos, era puro opulento: deck de teca, jacuzzi a ferver. Eu vestia um bikini mínimo, fio dental que mal tapava os mamilos duros. Ele pilotava, eu servia mojitos com hortelã fresca. A conversa recomeçou: ‘Masturba-te para mim agora.’ O sol queimava, suor perolado na minha pele morena. ‘Aqui? Louco…’ Mas obedeci, recostada no lounge, pernas abertas. Deslizei a mão dentro do bikini, dedos na cona depilada, molhada de excitação. ‘Assim… oh, Ricardo, sinto-te a ver-me.’ Ele parou o iate, veio ter comigo.
O Sexo Cru e Intenso no Iate e Vila Privada
A luxúria explodiu. Arrancou-me o bikini, cona exposta ao ar salgado. ‘Estás ensopada, puta deliciosa.’ Lambeu-me, língua no clitóris, dedos enfiados na buceta apertada. Gemi alto: ‘Fode-me, caralho!’ Ele despiu-se, o caralho grosso, veias pulsantes, cabeçona vermelha. Penetrou-me de rompante no deck, eu de quatro, cu empinado. Cada estocada batia fundo, bolas a chapinhar na minha excitação. ‘Mais forte, fode esta cona gulosa!’ Gritava eu, unhas cravadas na madeira quente. Mudámos: eu por cima, cavalgando selvagem, mamilos roçando o peito dele suado. O cheiro de sexo misturava-se ao mar, ondas balançando-nos como num berço de prazer.
Na villa privada em cliffs do Algarve, continuámos. Quarto com cama king size, vista infinita. Ele deitou-me de bruços, almofada sob mim como contei. Masturbei-me para ele ver: quadris rodando, cona a roçar o tecido, sumo a manchar a seda. ‘Brinca contigo também!’ Ordenei. Ele punhetou o caralho latejante, pré-gozo a pingar. Gozei primeiro, corpo convulso: ‘Aaaah, fodo-me tão bem!’ Ele veio atrás, jatos quentes no meu cu, escorrendo para a cona. Limpou-me com a língua, guloso.
Depois, exaustos, no jacuzzi da villa, bolhas massageando a pele dorida. Brindámos com porto tawny, doce e encorpado. Senti-me rainha: este privilégio, este homem que me devora sem tabus. O corpo marcado por mordidas, cona inchada e satisfeita. ‘Foi único, Ricardo. Quero mais.’ Ele sorriu, mão na minha coxa. A noite portuguesa selou-nos em luxúria eterna. Nunca me senti tão viva, tão fodida de prazer.