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Minha Noite de Luxo e Luxúria em Lisboa e Algarve

Acabei de voltar de um fim de semana que ainda sinto na pele. Cheguei a Lisboa num jet privado, o ar condicionado fresco a misturar-se com o meu perfume Chanel Nº5, aquele cheiro doce e caro que me faz sentir rainha. O hotel, o Tivoli Palacio da Paz, 5 estrelas puras. Quarto suite com vista para o Tejo, lençóis de seda egípcia que deslizam como um amante. Ele esperava-me no bar, o meu inglês misterioso, alto, com sotaque sexy e olhos famintos. Chamava-se Mark, mas eu chamava-lhe ‘o meu antillano’, por causa da pele morena e do ritmo que tinha nos quadris.

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Sentámo-nos na varanda, copos de champagne Dom Pérignon a borbulhar, gelado e ácido na língua. A noite portuguesa quente, húmida, o ar salgado do rio. Ele roçava o joelho no meu, a mão subia devagar pela minha coxa, por baixo do vestido de seda preta. ‘Estás incrível, Carla’, murmurou, voz rouca. Eu sorri, sentindo o calor subir. Falámos de salsa – eu adoro dançar sozinha, encontrar aqueles olhares que prometem mais. Ele confessou que me imaginava com outros, e isso… isso acendeu tudo. A tensão crescia, os mamilos endureciam contra o tecido fino. Beijámo-nos ali, línguas quentes, mãos explorando. ‘Quero-te agora’, disse eu, mas esperei. O melhor vinha depois.

A Chegada ao Paraíso de Luxo e o Fogo que Acende

Partimos de helicóptero para o Algarve, o sol poente a pintar o céu de laranja. Iate privado ancorado na baía de Lagos, madeira polida, deck com jacuzzi a ferver. Chegámos à villa de luxo, paredes brancas, piscina infinita virada para o mar. Jantámos lagosta grelhada, vinho verde pétillante, o gosto salgado e fresco. Ele tirou-me o vestido devagar, os dedos traçando a minha pele. Nu, o corpo dele era escultural, o caralho já duro, grosso, latejante. Eu tremia de desejo. ‘Fode-me como uma puta’, sussurrei, e ele riu, baixo.

No deck do iate sob as estrelas, ele atirou-me para baixo, mãos presas com a minha própria echarpe de seda. Eu ajoelhei, boca aberta, engoli-o inteiro. O sabor salgado, venoso, a veia pulsando na língua. ‘That’s it, suck it like a whore’, grunhiu em inglês, e eu gemi, chupando mais fundo, baba escorrendo. Ele puxou-me o cabelo, fodeu a minha boca com força, gemendo ‘Caralho, que boca gulosa’. Virei-me, culos empinados, cona molhada pingando. Ele lambeu-me primeiro, língua no cu, dedos na cona, ‘Estás encharcada, safada’. Meti dois dedos no cu enquanto ele me comia, gemendo alto.

O Clímax Selvagem no Iate e a Villa Proibida

Ele entrou na cona de rompante, pau enorme a esticar-me, batendo fundo. ‘Mais forte, fode esta puta!’, berrei. Claques nas nádegas, vermelhas, ardendo delicioso. Mudou para o cu – oh deus, o cu que adoro. Devagar no início, depois brutal, saindo todo e metendo de uma vez, o som molhado, obsceno. ‘Toma no cu, salope portuguesa’, rosnou, e eu explodi, cona contraindo, squirt no deck. Ele não parou, fodeu-me o cu até gozar, jatos quentes dentro, escorrendo. Limpou com a língua, eu chupei o resto do pau sujo, misturado com o meu cu e cona.

Depois, na villa, na cama king size, fizemos mais. Ele amarrou-me, masturbou-se na minha cara, gozou em leitos, eu lambi tudo, língua faminta. Fizemo-lo de novo, eu por cima, cavalgando o caralho no cu, unhas nas costas dele. Gozámos juntos, suados, exaustos.

Agora, de volta a Lisboa, sinto o corpo dorido, mas satisfeito. Aquele privilégio – jet, iate, villa, e um homem que me fode como ninguém. Sem tabus, só luxo e luxúria pura. Quero mais. Já pensas em mim?

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