Eu sou Teresa, 42 anos, portuguesa de corpo real: baixa, curvilínea, seios fartos com aréolas largas, quadris largos, pernas curtas e fortes. Depois de anos duros, divórcio e filha na uni, mudei para uma suite no hotel 5 estrelas do Bairro Alto, em Lisboa. Luxo puro: lençóis de seda, vista para o Tejo, cheiro de jasmim na brisa quente da noite portuguesa.
Naquele domingo à tarde, bati à porta do vizinho de andar. Ele, maduro, elegante, olhos famintos. Vinha dizer adeus – partia para a minha villa na Algarve de jet privado. Ele insistiu: entra, Teresa. Abriu uma garrafa de Dom Pérignon gelado, bolhas crepitando, sabor cítrico e doce na língua. Sentamo-nos no sofá de veludo, pernas roçando. Conversa solta, risos. O calor subia, 30 graus, suor perlando a pele.
A Atmosfera Elétrica no Hotel 5 Estrelas de Lisboa
Olhei para ele. Pausa. A mão dele na minha coxa, subindo devagar pela saia de seda. Eu… não resisti. Peguei na dele, levei à minha braguilha imaginária – não, à cona já molhada sob o robe. Ele endureceu na calça. ‘Queres?’, murmurou. ‘Sim… fode-me antes de eu partir.’ Desabotoei o robe, sutiã de renda preta caiu. Seios livres, pesados, mamilos duros como pedras. Ele gemeu, cheirando o meu perfume Creed Aventus misturado a desejo.
Nuos num instante. O quarto, luz suave de candeeiros de cristal, ar condicionado sussurrando. Ele de pau duro, veias pulsantes. Eu ajoelhei, lambi a cabeça, salgado, decalcetei devagar. Massageei as bolas peludas, succionei fundo, garganta apertando. Ele gemia: ‘Teresa, que boca gulosa.’ Levantei, empurrei-o para a cama king size. Enfiou o preservativo, lubrificado. Montei, cona aberta, larga, fenda longa e rosada com uma touffe fina de pelos. Empalei-me no caralho dele, grosso, quente. Ondulei ancas, para cima e para baixo, molhado chapinhando. ‘Assim? Mais fundo?’, perguntei, voz rouca. ‘Sim, fode mais forte, vadia deliciosa.’
Troca: deitei de costas, coxas abertas em oferta. Ele penetrou, labourando fundo, bolas batendo na minha bunda. Cona inchada, béante, sugando-o. ‘Encore, mais, caralho!’, eu gritava. Mamilos roçando o peito dele, suor misturado, cheiro de sexo e Chanel. Acelerei, ele grunhia. Senti vir, coxas apertando a cintura dele. ‘Goza dentro, dá tudo!’ Ele explodiu, preservativo enchendo de porra espessa, trelas no pau. Eu gozei em ondas, corpo tremendo, unhas cravadas nas costas.
O Sexo Intenso no Iate Privado da Algarve
Ficámos colados, paus e cona unidos, respiração pesada. Ele escorregou para fora, porra a pingar. ‘Há quanto tempo não fodia assim?’, ri eu. Banho rápido no jacuzzi de mármore, bolhas e sais de banho. ‘Vamos ao meu iate na Algarve?’, propôs ele, olhos brilhando. Jet privado esperava no aeroporto. Aceitei.
No iate, mar calmo, sol poente alaranjado. Villa de luxo ao fundo. Despimo-nos no deck, brisa salgada na pele nua. Ele chupou os meus pés – dedos gordinhos, unhas vermelhas, anel no mindinho. Lambi o cu dele, depois pau outra vez. De quatro, no colchão exterior, ele meteu no cu, devagar, lubrificado. ‘Dói? Continua!’, eu pedia. Fodeu selvagem, cona e cu alternados, gritos ecoando na noite quente. Gozámos juntos, porra no preservativo, eu esguichando no deck de teca.
De volta à villa, abraçados na cama de dossel. Corpo dolorido, satisfeito. Ele era um estranho, mas aquele dia… luxo e luxúria pura. Senti-me rainha, privilegiada. O jet de volta a Lisboa, cheiro de mar nos cabelos. Agora, lembro e molho-me. Foi mágico, sem arrependimentos. Adeus, amante anónimo – mas que memória.