Cheguei a Lisboa de jet privado, o ar cheirava a jasmim e mar. Instalei-me no hotel 5 estrelas no Chiado, quartos com vista para o Tejo, lençóis de seda que deslizavam na pele como um beijo. Eu, Maria, portuguesa de 42 anos, atlética, seios firmes e cheios que adoro exibir. Meu marido, Pedro, e eu, expatriados por uns meses, queríamos nos recompôr fisicamente. Escolhemos coaching personalizado no spa do hotel. Angela, a coach escandinava de quase 60, corpo esculpido como deusa viking: músculos definidos, tatuagens discretas, peitos siliconados perfeitos, loira trançada. Impressionante. Treinávamos juntos, suando de manhã cedo ou noite alta, sob luz dourada do outono lisboeta.
Os efeitos vieram rápido: músculos tensos, sexo mais feroz. Sympathizamos. Jantares no rooftop, vinho espumante gelado, sabor de frutas maduras e bolhas na língua. Ela sem sutiã, decote deixando ver seios bronzeados. Pedro olhava, eu provocava. ‘Ela te deixa louco, né?’ Ele ria, mas a tensão crescia. No spa, hammam úmido me excitava sempre, calor como afrodisíaco. Uma noite, após treino tardio, Angela propôs sauna seca. ‘Vou te mostrar o verdadeiro prazer escandinavo.’ Nuas, toalhas no chão. Seu corpo… perolado de suor, músculos brilhando, cona depilada, lábios entreabertos. Hesitei em soltar a toalha. ‘Tira’, ordenou, voz rouca. Obedeci, braços erguidos, seios apontando pra ela. Sentei, suor escorrendo pelas coxas, cheiro de eucalipto e pele quente.
A Atmosfera Elétrica no Hotel de Luxo
Ela jogava água nas pedras, vapor subindo. Conversa solta: ‘Seus maridos… frutas maduras.’ Ri. ‘O teu corpo é ideal, Angela. Pedro sonha comigo assim.’ Ela se aproximou, perna aberta, água fresca entre os peitos duros. ‘Trabalha mais essas coxas.’ Mão na minha perna, subindo pro adutor. Pressão firme. Meu corpo tremeu, umidade escorrendo. ‘Não pares’, sussurrei. Dedos dela na minha cona, clitóris inchado. Boca no meu peito, língua na minha. Dedos dentro, polegar no botão. Gozei rápido, cabeça jogada pra trás, gemendo baixo.
Ela saiu, voltou com Pedro, toalha na cintura, pau duro. ‘Experimentando coisas novas?’ Ele me lambeu, cona aberta, pernas no banco alto. Angela se masturbava devagar, suor pingando. Porta abre: Stefan, marido dela, nu, ereto. Olhares cúmplices. Angela chupava Stefan, Pedro me comia com a língua. Ela unta o cu do Pedro com dedo, prepara. Stefan posiciona, lubrificado. Pedro resiste, mas eu aprovo com olhar. Chupo ele, guio o pau de Stefan. Entra devagar, Pedro geme, relaxa. Angela oferece a cona pra língua dele. Ritmo acelera, fodendo o cu do Pedro enquanto ele me lambe.
O Êxtase Selvagem e o Depois Inesquecível
Pedro explode de raiva, vira e fode Angela selvagem: pernas abertas, pau fundo na cona dela, sem piedade. ‘Toma, puta!’, grunhe. Ela grita, peitos balançando, cabelo molhado. Posições mudam, flexibilidade dela em ação. Stefan goza no chão assistindo, sai. Eu me masturbo perto das pedras, vapor quente, dedos na cona, gozando com eles. Pedro sai, jorra porra grossa nos abdos dela. Eu acaricio, cubro a cona dela com mão suave. Beijo terno de Angela. Silêncio, corpos relaxando no calor.
Saímos, duche fresca. ‘Boa sessão’, pisca ela. Rimos. No quarto, Pedro e eu falamos horas, conexão mais forte. Dias depois, jet pro Algarve, iate de luxo ancorado. Noites quentes, mar negro, sexo livre com Angela, sem Stefan. Villa privada, piscinas infinitas, champanhe. Privilégio puro. Esse fogo escandinavo-português mudou tudo. Sinto-me viva, desejada, rainha do luxo e da luxúria. Volto sempre.