Eu não sou de me expor assim, mas esta experiência… ainda sinto o calor na pele. Tudo começou no Tivoli Palacio de Seteais, em Lisboa, aquele hotel 5 estrelas com vistas para Sintra que cheiram a jasmim e maresia. Eu estava no bar, vestida num robe de seda preta que roçava os meus mamilos, bebendo champanhe Veuve Clicquot, bolhas frias e doces na língua. Ele apareceu, alto, olhos escuros, fato Tom Ford impecável. Chamava-se Gino, um investidor italiano com ar de quem domina o mundo. Sorriu, pediu um copo para si. O perfume dele, Creed Aventus, invadiu-me, misturado ao sal da noite portuguesa.
Falámos. Eu contei-lhe do meu trabalho como tradutora, línguas que devoro como ele me devorava com os olhos. Ele riu, mão no meu joelho, subindo devagar. ‘Queres algo mais excitante?’, murmurou. Hesitei, mas o desejo já latejava entre as pernas. ‘Sim’, disse eu, voz rouca. Chamou o jet privado. Em meia hora, estávamos no ar, céu estrelado pela janela, mãos dele na minha coxa, dedos roçando a renda das cuecas. Aterramos na Algarve, iate à espera no porto de Lagos, casco reluzente sob as luzes. Subimos a bordo, vento quente da noite a acariciar-nos, vinho rosé gelado na boca enquanto ele me beijava o pescoço, mordendo leve.
A Atmosfera Luxuosa e a Montada da Tensão Sexual
A villa na falésia era um sonho: piscina infinita, cama king size com lençóis de linho egípcio, cheiro a lavanda e sexo no ar. Ele despiu-me devagar, a seda escorregando pela pele, mamilos duros ao toque dos seus lábios. Eu gemi, molhada já, cona inchada de desejo. ‘Quero-te selvagem’, sussurrei. Ele parou, olhos flamejantes. ‘Diz-me o que precisas.’ Hesitei… ‘Insulta-me. Usa-me.’ Ele sorriu, perverso.
Deitei-me de bruços, culos ao alto, ele atrás de mim. O pau dele, grosso, latejante, roçou a entrada da minha cona seca de tensão. ‘Enfia, caralho’, implorei. Entrou devagar, doeu um pouco, mas eu queria mais. ‘Mais forte!’ Ele agarrou-me os cabelos, puxou. ‘Sua puta!’ Gemeu. O som da voz dele, grave, acelerou tudo. Começou a bombar, pausadas fortes, bolas batendo no meu clitóris. ‘Putinha safada, toma este caralho!’ Gritou, e eu senti a cona abrir-se, molhar por fim, sucos escorrendo pelas coxas. ‘Sim, fode-me como a puta que sou!’ Ele deu-me uma palmada no cu, vermelha marca na pele bronzeada, dedo no cu apertado, enfiando sem piedade.
O Clímax Selvagem e a Satisfação Privilegiada
‘Tu és uma vadia de luxo, cona gulosa!’ Cada insulto era fogo, o corpo dele suado contra o meu, cheiro de macho e Chanel misturados. Acelerei o rabo contra ele, cona contraindo no pau inchado. ‘Fode mais, seu cabrão!’ Ele grunhiu, tirou-me os cabelos com força, outra palmada, unhas cravadas nas nádegas. O orgasmo veio como tsunami: cona pulsando, esguichando sumo quente, grito rouco ecoando na villa. Ele gozou dentro, jatos quentes enchendo-me, corpo colapsando no meu.
Ficámos ali, ofegantes, suor colando-nos, champanhe ao lado. O mar rugia lá em baixo, estrelas testemunhas. Senti-me rainha, privilegiada num mundo de mortais. Aquela noite… luxo puro, desejo sem filtros. Ainda sinto o eco no corpo. Quem dera repetir.