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A Minha Experiência Erótica de Luxo: De Lisboa ao Iate no Algarve

Conheci o Kevin num encontro de negócios no Four Seasons de Lisboa. Ele, com olhos azuis como o oceano, porte elegante, não muito alto, mas perfeito. Eu, dez anos mais nova, desportiva, cabelos castanhos, olhos verde-cinza, sorri e perdi o chão. Aqueles olhares… um fogo aceso. Pensei nele dias a fio, mas só depois de semanas mandei mensagem. Mensagens todos os dias, de triviais a íntimas. Flirtava, o desejo crescia. Virtualmente, éramos loucos um pelo outro.

Decidimos café num bar chique no Chiado. Sorri, olhares devoradores, o mundo sumiu. Ao despedir-nos, beijo langoroso, línguas dançando. Senti-o duro contra mim, o caralho latejante. Finjo não notar, mas molhei toda.

A Montante da Paixão no Hotel 5 Estrelas de Lisboa

Dias depois, convida-me para o fim-de-semana: jato privado para o Algarve, iate e villa de luxo. Aceito, sabendo as intenções. Escolhi saia curta preta, collants de seda, botas finas, lingerie vermelha, tanga mínima que ele adora das conversas.

Chego ao hotel, ar condicionado fresco, cheiro a jasmim e Chanel No.5 dele. ‘Bem-vinda, minha linda’, diz, beijando-me devagar. ‘Que lugar incrível… faz-me um espumante?’ Enquanto ele abre Dom Pérignon, dou-lhe a caixinha preta. Abre: plug anal negro com diamante. Vê-lo endurecer… ‘Tu és safada.’ ‘Sabes que amo o cu mimado. Começa com isto, devagar.’ Pego na nuca dele, beijo faminto, despindo-me. A saia cai, seda roçando a pele.

‘Manda-me para o sofá e lambe-me.’ Ele sussurra: ‘Vou devorar a tua cona e o cu, prometo.’ Beijos intensos, língua no clitóris, gemo. Dedos na cona encharcada, dois de uma vez. ‘Mais, ama a minha cona.’ Orgasmo explode, grito, corpo treme. Ele ri: ‘Os vizinhos ouviram.’ O caralho dele, grosso, ereto como pedra. Quero-o há semanas.

O Êxtase Selvagem no Iate Privado do Algarve

Ajoelho, engulo-o olhando nos olhos. ‘Finalmente a minha boca na tua polla.’ Lambo o glande, sugo devagar, acelero. Couilles na boca, lambidas, gorges profundas. Saliva escorre, lubrifica. ‘Ninguém chupa assim… continua!’ Branko forte, faço claquear na língua. ‘Ver-te duro por mim enlouquece-me. Agora o meu cu!’

No iate ao largo do Algarve, chegamos de jato ao pôr do sol, brisa quente portuguesa, sal no ar. Quarto da villa, tapete persa macio. A quatro patas, ele beija nádegas, lambe o cu, círculos quentes. Polegar entra, gemo. Lubrifica o plug, insere devagar… mmh, entra todo. ‘Adoro o meu cu assim.’ Vaivéns, eu fico a cona, lábios inchados.

Beijo-o: ‘Quero a tua polla no cu agora, devagar!’ Glande na entrada, largo, empurra. ‘Devagar, é grossa…’ Entra todo, vaivéns lentos. ‘Mais forte, fode-me fundo!’ Pila-me, chapadas nas nádegas, ritmo selvagem. Vejo-o entrar no meu cu, luxúria pura. Masturbo o clitóris, ‘Vou gozar, desfaz o meu cu!’ Ele agarra ancas, acelera. Gozo tremendo, contraio. Ele geme, ejacula fundo no cu, quente.

Deitamos no tapete, suor misturado ao perfume dele, vinho pétillant na pele. Olhos nos olhos, sorrisos cúmplices. ‘Foi… incrível.’ Braços dele, paz. Olha o relógio: 20h46, noite quente. ‘Hoje ainda te dou mais prazer.’ Sinto-me privilegiada, este luxo, este homem, este gozo sem tabus. Uma memória eterna de desejo puro.

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