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Minha Noite de Luxúria Inesquecível: Hotel 5 Estrelas em Lisboa e Iate no Algarve

Conheci o André há uns dias, no restaurante do Bairro Alto Hotel, em Lisboa. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5, meu perfume favorito. Eu, Mariana, 28 anos, ruiva de olhos verdes, vestido de seda preta colado à pele, ele elegante num fato Tom Ford. Sentámo-nos frente a frente, um pouco nervosos. Eu gaguejei um ‘olá’, ele sorriu, demasiado falador para disfarçar. O vinho verde pétula borbulhava na taça, fresco, ácido na língua. As minhas coxas roçavam-se debaixo da mesa, o calor subia.

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No fim do jantar, pus a mão na mesa, avancei. Ele cobriu-a com a dele, quente, firme. No táxi para o hotel, o primeiro beijo. Línguas urgentes, o couro do banco a grudar na pele suada. Chegámos ao quarto suite, vista para o Tejo. Despi-me devagar, a seda deslizando como um sussurro. Ele gemeu ‘és linda’. Fizemos amor na cama king size, lençóis de algodão egípcio. Ele lambeu-me os seios, chupou os mamilos duros. Eu abri as pernas, ‘fode-me já’. O pau dele entrou na minha cona molhada, ritmado, fundo. Gozei gritando, unhas nas costas dele. Impudica, pedi mais, inverti, montei-o, balançando os quadris até ele explodir dentro de mim.

A Tensão Sensual no Hotel de Luxo

De manhã, enquanto vestia a lingerie de renda, disse: ‘Foi incrível, mas sou casada’. Ele congelou. ‘Porque não disseste?’ ‘Queria-te tanto… O João ama-me, é perfeito, 48 anos, rico, generoso. Não quero magoá-lo. Foi uma parêntese deliciosa’. Ele saiu atordoado. Fiquei na banheira de mármore, bolhas de espuma, pensando no cheiro dele na minha pele.

Dias depois, liguei. ‘Falta-me o teu pau. Vem ao meu iate no Algarve’. Jet privado nos levou lá em horas, o sol poente tingia o céu de laranja. A villa ao lado, piscina infinita, empregados discretos. Cheguei de helicóptero, vestido branco vaporoso, sem cuecas. Ele esperava no deck do iate, champanhe Dom Pérignon gelado. ‘Strip para mim’, pedi. Ele obedeceu, o pau já meia-bomba. Bebi um gole, espuma na boca, chupei-o devagar, língua no glande salgado. Ele gemeu ‘caralho, Mariana’. Deitei-me no colchão de exterior, pernas abertas, ‘lambe a minha cona’. A língua dele rodopiava no clitóris inchado, dedos dentro, eu arqueava as costas, o sal do mar no ar quente.

O Clímax Selvagem e o Prazer Compartilhado

Foi aí que a porta do iate se abriu. João, alto, cabelo grisalho, fato linen impecável. ‘Boa noite, André. Eu sou o marido dela’. Ele empalideceu. João sorriu, ‘Ela contou-me tudo. Adoro ouvi-la gemer com outro. Hoje, assisto e participo’. Servi mais champanhe, três taças tilintando. ‘Despimo-nos todos’, ordenei. Nu, João tinha o pau grosso, veias pulsantes. Eu ajoelhei, chupei os dois alternadamente, bocas cheias, saliva escorrendo. ‘Fode a boca dela’, disse João a André. Ele obedeceu, empurrando fundo na minha garganta.

No deck, sob as estrelas algarvias, deitei-me de quatro. André meteu na cona, molhada e aberta, palmadas nas nádegas. João na boca, fodendo ritmado. Trocaram: João no cu, lubrificado, esticando-me devagar, ‘gostas, safada?’. Gozei em ondas, ‘sim, fode mais forte!’. André na cona, duplo, preenchida toda. Gritava, suor misturado com champanhe, o balanço do iate intensificando. Eles gozaram juntos, porra quente jorrando dentro e na cara.

Depois, na villa, jacuzzi a ferver. Abraçados, nus, João beijou-me ‘és perfeita’. André sorriu, exausto. Senti-me privilegiada, rainha de um mundo de luxo e luxúria. Aquela noite, jet, iate, villa – um sonho vivo. Sem arrependimentos, só desejo de mais. O calor português na pele, o gosto deles na boca. Inesquecível.

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