Acordei cedo na suite presidencial do Four Seasons em Lisboa. Os lençóis de seda italiana deslizavam na minha pele nua, macios como um sussurro. O sol entrava pelas janelas enormes, iluminando o Tejo lá em baixo. Cheirava a jasmim do meu perfume Tom Ford e a café fresco da bandeja de prata. O meu marido, o João, beijou-me no ombro antes de sair para a reunião no jet privado. ‘Volto ao almoço, amor’, disse ele, com aquele sorriso safado.
Eu sorri de volta, mas o meu segredo já fervia. Tinha mandado mensagem ao Miguel, o melhor amigo dele, aquele tipo atlético, corpo esculpido de anos de surf na Ericeira. ‘Vem ao hotel. Porta 1204. Sem cuecas.’ Ele respondeu com um emoji de fogo. Meu coração acelerou. Enverguei um robe de seda preta, curto, que mal tapava as coxas. O ar condicionado arrepiava-me os mamilos.
A Tensão no Paraíso de 5 Estrelas
Ouvi a porta. Era ele, de calções justos, cheirando a mar e aftershave Creed. ‘Inês, estás uma deusa’, murmurou, os olhos devorando-me. Servi-lhe champagne Dom Pérignon gelado, as bolhas dançando no copo. Brindámos. ‘Ao João, que nos deu este presente.’ Ele riu, nervoso. Sentei-me no colo dele no sofá de veludo, sentindo o pau dele endurecer contra mim. ‘Sabes o que o João quer… e eu também.’ Beijámo-nos, línguas quentes, mãos ávidas. O robe caiu. Ele chupava os meus peitos, mordendo devagar, enquanto eu gemia baixo.
A tensão era eléctrica. A minha cona já pingava, molhando a seda. ‘Fode-me, Miguel. Agora.’ Ele atirou-me para a cama king size, rasgando os calções. O pau dele, grosso, veias pulsantes, apontava para mim. Lambi a cabeça, salgado, pré-gozo a escorrer. Ele gemeu: ‘Caralho, Inês, engole tudo.’ Chupei fundo, garganta relaxada, até ele tremer.
Luxúria Selvagem e o Regresso Explosivo
Deitei-me de pernas abertas, a cona depilada brilhando de tesão. ‘Enfia esse caralho todo.’ Ele entrou devagar, esticando-me, preenchendo cada centímetro. ‘Que cona apertada, puta gulosa.’ Começou a bombar, forte, os quadris batendo nos meus. Gritei: ‘Mais! Fode-me como um animal!’ Mudámos de posição – de quatro, ele puxava o meu cabelo, palmadas na bunda que ardiam delicioso. O suor misturava-se ao cheiro de sexo e Chanel. ‘Vou gozar dentro, Inês!’ ‘Sim, enche-me de porra!’ Ele explodiu, jatos quentes inundando a minha cona, escorrendo pelas coxas. Eu gozei logo depois, tremendo, unhas cravadas nas costas dele.
Ficámos ofegantes, corpos colados. ‘Foi o melhor presente para o João’, ri eu, dedos na porra que vazava. Limpámo-nos rápido quando ouvimos a porta. Era ele, de volta cedo. ‘Surpresa, amor.’ Mostrei-lhe a cona aberta, branca e pegajosa. ‘O Miguel fodeu-me. A porra dele ainda quente aqui dentro.’ Os olhos do João brilharam de tesão. ‘Minha puta perfeita.’ Atirou-se a mim, lambendo a mistura, depois enfiou o pau na lama cremosa. ‘Sinto o gozo dele… fodo-te assim!’ Bombeiámos selvagens, ele gozando rápido, misturando esperma. Caímos exaustos, rindo.
Mais tarde, jet privado para o Algarve. No iate ancorado na baía, villa de luxo à vista, champagne de novo. Senti-me rainha, privilegiada. Este desejo partilhado, este luxo sujo… é o nosso vício. Ninguém mais vive assim. Volto a querer já amanhã.