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A Minha Noite de Luxo Despudorando um Jovem em Lisboa

Eu sou a Inês, 43 anos, portuguesa de corpo curvilíneo, seios firmes 95C e rabo redondo que ainda vira cabeças. O meu marido, o Miguel, 46 anos, alto e atlético, adora ver-me em ação. Estamos abertos, trocamos parceiros, mas sempre juntos. Depois de ler histórias quentes, confessei-lhe: queria despudorar um miúdo virgem e que pagasse por isso. Misturar luxo com luxúria selvagem.

Estávamos no Ritz Four Seasons, em Lisboa, suite presidencial com vista para o Tejo. Cheiro a jasmim da noite portuguesa, calor húmido a 28 graus. Piscina infinita no rooftop, champanhe Dom Pérignon gelado, gotas a escorrer pelo copo. Eu em bikini de seda preta da La Perla, pele bronzeada untada com óleo Tom Ford, brilho sedutor. Lá em baixo, no bar, reparei no Tomás, 19 anos, filho de uns conhecidos, um pouco rechonchudo mas com olhos famintos. Virgem confesso, rejeitado pelas raparigas da idade.

A Atmosfera Luxuosa e a Montante da Tensão

O Miguel falou com ele, convidou-o para ajudar com umas malas no quarto – truque nosso. Eu saí da casa de banho, só com robe de cetim aberto, seios a apontar, perfume Creed Aventus no ar. ‘Gostas, Tomás?’ – perguntei, voz rouca. Ele gaguejou, ‘S-sim, senhora Inês…’. O Miguel riu: ‘Queres perder a virgindade com uma mulher de verdade? Paga 200 euros pela noite completa. Eu filmo, discrêto. Senão, ficas puceau.’ Ele hesitou, mas o volume nas calças traiu-o. ‘Ok… trago o dinheiro.’ Às 22h, na suite, luzes ténues, jazz suave, eu em lingerie vermelha Agent Provocateur, jarreteiras e salto alto Louboutin.

Ele chegou nervoso, fato slim, envelope na mão. Bebi um gole de vinho verde espumante, sabor ácido e fresco na língua. ‘Despi-te, miúdo.’ Ele obedeceu, caralho semi-duro, uns 19cm promissores. Eu ajoelhei, toquei a pele macia, cheirei o desejo jovem misturado com o meu perfume. O coração acelerado, a tensão no ar como eletricidade.

Ajoelhei devagar, boca aberta, lambi a cabeça do caralho dele, salgado e quente. Ele gemeu, ‘Ai Inês…’. Chupei fundo, bolas na mão, saliva a escorrer. Ele endureceu todo, pulsando. ‘Vem, goza na minha boca primeiro, para durar mais.’ Acelerei, garganta funda, ele explodiu, jato grosso e quente que engoli todo, lambendo limpo. ‘Bom rapaz.’ Tirei a renda, cona depilada molhada, brilho de excitação. Deitei-me na cama king size, lençóis de 1000 fios, macios como nuvem. ‘Lambe-me agora.’ Ele desceu, língua tímida na minha fenda, cheiro almiscarado meu. Guiei-o: ‘Mais fundo, no clitóris… assim!’ Dedos dentro, eu gemi alto, ondas de prazer, calor da noite a entrar pela varanda.

O Acto Selvagem onde Luxo Encontra Luxúria

Peguei uma condão, desenrolei no pau dele rígido. ‘Agora fode-me.’ Ele entrou devagar, cona esticada, preenchida. ‘Ai caralho, que grosso!’ Movimentos rápidos, eu gritei, unhas nas costas dele. Gozou cedo, mas eu ri: ‘Recomeçamos.’ Virei amazona, cavalguando selvagem, seios a balançar, suor a colar-nos. Rotacionei ancas, clitóris no osso dele, gozei de verdade, corpo a tremer, grito rouco. ‘Fode-me de quatro!’ Ele obedeceu, mãos nas minhas nádegas, pancadas fortes, caralho a martelar fundo. ‘Mais forte, rasga-me a cona!’ Gozou outra vez, enchendo a condão.

O Miguel aproximou-se, pau duro. Eu chupei-o furiosa, branquinha espanhola com os meus peitos, depois ele fodeu-me a boca. O Tomás via, reendurecendo. Fizemos 69, cona na cara dele, chupando-o até endurecer. Remontada final, ele por trás, eu a gritar orgasmos múltiplos.

Depois, robe de seda, copo de champanhe. Ele vestiu-se, olhos vidrados: ‘Incrível, Inês. Valeu cada cêntimo.’ ‘Volta quando quiseres, mas discreto.’ Saiu, nós rimos, abraçados. O Miguel fodeu-me devagar na cama desfeita, cona ainda latejante. Acordámos com vista para o Tejo, vídeo na TV, luxo puro. Senti-me rainha, privilegiada, saciada como nunca. Aquela noite portuguesa, eterna no meu corpo.

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