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Minha Noite de Luxúria no Hotel 5 Estrelas de Lisboa

Ontem à noite, cheguei ao Four Seasons de Lisboa, o ar cheirava a jasmim e maresia quente. Eu, Maria, 52 anos, portuguesa de curvas generosas, vestido de seda preta colado à pele suada pela noite de verão. Ele, o Benjamin, jovem de 25, olhos famintos, convidado pelo meu círculo VIP. No bar do lobby, copos de champanhe Dom Pérignon borbulhavam, gelados na minha mão. Sentei-me ao lado dele, pernas cruzadas, o salto alto roçando a sua perna. ‘Estás a olhar para mim como se me quisesses devorar’, sussurrei, o perfume Chanel N°5 misturando-se ao dele, amadeirado e masculino.

Ele sorriu, mão na minha coxa, subindo devagar. ‘Não resisto a mulheres como tu, Maria. Elegantes, mas safadas por dentro.’ O elevador privativo levou-nos à suite presidencial, vista para o Tejo cintilante. Luzes baixas, lençóis de seda egípcia na cama king size. Bebi mais champanhe, o fizz na língua, corpo já quente. Ele aproximou-se, beijou o meu pescoço, mordiscando. ‘Quero-te agora’, murmurou. Eu hesitei, ou fingi: ‘Calma, vamos saborear isto.’ Mas a minha cona já latejava, molhada de antecipação. Desabotoei a sua camisa, unhas vermelhas arranhando o peito liso. Ele apertou os meus seios por cima do vestido, mamilos duros como pedras preciosas.

A Atmosfera de Luxo e a Montanha-Russa do Desejo

A tensão era eléctrica. Eu empurrei-o para o sofá de veludo, ajoelhei-me, desloquei o cinto. O caralho dele saltou, grosso, veias pulsantes, pré-gozo a brilhar na cabeça. ‘Que cabrão guloso’, ri baixinho, lambendo o topo devagar, salgado e quente. Ele gemeu, mãos nos meus cabelos cacheados. ‘Chupa-me todo, Maria.’ Engluti-o até à garganta, baba escorrendo, o som molhado enchendo o quarto. Ele fedia a luxo e tesão puro. Levantei-me, tirei o vestido, nudez reflectida no espelho: ancas largas, rabo firme, cona depilada reluzente.

Ele atirou-me para a cama, lençóis frios na pele escaldante. ‘Vou foder-te como mereces.’ Abri as pernas, ele enterrou a cara na minha cona, língua chupando o clitóris inchado, dedos enfiados fundo, curvados no ponto G. ‘Estás encharcada, puta elegante’, rosnou. Gritei, unhas nas costas dele, o cheiro da minha excitação misturado ao ar condicionado. ‘Mete-o já, Benjamin! Fode-me forte!’ Ele obedeceu, caralho enorme a rasgar-me, preenchendo cada centímetro. Batia fundo, bolas a chapinhar na minha pele, ritmo selvagem. Virei-me de quatro, rabo empinado, ele esbofeteou, vermelho ardendo. ‘Gostas assim, vadia de luxo?’ ‘Sim, fode o meu cu também!’ Ele cuspiu, dedo no ânus apertado, depois o caralho, devagar, esticando-me ao limite. Gozei primeiro, corpo a tremer, squirt molhando os lençóis de mil euros.

O Sexo Cru e Intenso no Coração da Luxúria

Ele virou-me, montou-me, eu cavalguei como uma louca, seios balançando, suor pingando. ‘Vou gozar na tua cara!’ Puxei-o fora, joelhos ao lado da cabeça dele, punheta rápida. Jatos quentes no meu rosto, óculos sujos de porra espessa, boca aberta para engolir o resto. Ele uivou, corpo convulso. Caímos exaustos, champanhe morno ao lado, noite portuguesa a pulsar lá fora.

Depois, no jacuzzi da suite, bolhas massageando a pele dorida, vista para o yacht ancorado no Tejo – o meu, pronto para amanhã na Algarve. Ele beijou-me, ‘Foi o melhor da minha vida.’ Eu sorri, porra seca no rosto, sentimento de rainha: privilégio puro, luxo e luxúria entrelaçados. Ninguém sabe, mas eu vivi o êxtase. Amanhã, mais. Esta é a minha vida, sem tabus.

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