Skip to content

Noite de Luxúria em Lisboa: Jet Privado, Iate e Villa na Algarve

Esta história é verdadeira, os nomes são fictícios. Não é tão louca como as fantasias dos sites, mas o erotismo que vivi foi tão intenso que quero partilhar como se tivesse acabado de acontecer.

Tenho 27 anos, portuguesa de Lisboa, trabalho em biotecnologia num lab de elite. Dias e noites no meio de tubos e microscópios, vida de freira com bata branca. Olhos cansados, corpo com curvas suaves, cabelos castanhos ondulados, olhos verdes. Num mundo de homens obcecados, passo despercebida. Até àquela noite quente de verão.

A Tensão no Hotel de Luxo e o Convite Irresistível

Estava num congresso no Tivoli Palacio de Seteais, hotel 5 estrelas nos sinuos de Sintra, mas perto de Lisboa. Ar condicionado suave, cheiro a jasmim e maresia. Eu, num vestido de seda preto colado ao corpo, salto alto, batom vermelho fresco. Ele, o Professor Francisco Gargantini, italiano radicado em Portugal, 52 anos, baixo mas imponente, barriguinha discreta, barba espessa grisalha, olhos negros penetrantes. Acento marcado, voz grave com sotaque italiano. Terror dos alunos, gênio da biologia molecular.

Fui ao seu painel, ele desmontou as minhas dúvidas com desdém. ‘Erro nos teus cálculos, miúda. Refaz.’ Saí furiosa, mas excitada pelo seu riso rouco. Mais tarde, no bar do hotel, luzes douradas, copos de champanhe Dom Pérignon gelado, bolhas crepitantes na língua. Ele ali, fato Tom Ford, perfume Creed Aventus, amadeirado e fresco. ‘Problemas resolvidos?’ perguntou, sorriso maroto. Hesitei. ‘Ainda não.’ Ele riu, tocou o meu braço, pele arrepiada. Conversa flui, vinho tinto alentejano, taninos aveludados. Olhares demorados no meu decote, calor subindo.

‘Vem amanhã. Jet privado para Algarve, iate meu. Ajudo-te no problema.’ Coração acelerado. Noite sozinha no quarto, lençóis de algodão egípcio frios na pele nua. Toquei-me devagar, imaginando a barba dele na minha cona molhada.

Amanhã, helicóptero do hotel ao aeroporto privado. Jet Gulfstream, couro creme, champanhe servido por hostess. Ele ao meu lado, mão na minha coxa por ‘acidente’. Cheiro da sua pele morena, suor leve da excitação. Aterramos em Faro, carro Rolls-Royce para o porto. Iate de 40 metros, madeira polida, sol a queimar. Vento salgado, biquíni fio dental branco, ele de calções, volume evidente no pau semi-duro.

Explosão de Prazer na Villa Privada

No iate, ancorados na baía, mergulhámos. Água morna do Atlântico, corpos roçando. Jantei na villa dele em Lagos: azulejos antigos, piscina infinita, vista mar. Vinho verde pétillante, ostras frescas, sal na língua. Ele: ‘Desabotoa isso.’ Tirei o vestido, só lingerie de renda. Ele me puxou, barba picante no pescoço, mãos grossas nos meus seios fartos. ‘Quero foder-te agora.’ Beijo faminto, língua invadindo, pau duro contra a minha barriga.

Na cama king size, lençóis de seda preta deslizando na pele suada. Ele rasgou a renda, chupou os mamilos duros, mordendo leve. ‘Abre as pernas, puta gulosa.’ Cona latejante, molhada de desejo. Dedos dele entraram, dois, três, esticando-me, polegar no clitóris inchado. Gemi alto, noite portuguesa quente abafando os sons. Beirada áspera roçando o cu, língua lambendo a cona inteira, sucos escorrendo. Gozei tremendo, esguichando na boca dele. ‘Deliciosa, caralho.’

Ele nu, pau grosso, veias pulsantes, 20cm, cabeça roxa brilhante. Chupei voraz, bolas peludas na cara, garganta funda. Ele gemeu italiano: ‘Porca, assim.’ Deitei de quatro, ele enfiou de rompante, caralho preenchendo tudo, bolas batendo no clitóris. Fodia selvagem, lento fundo, rápido rasgando. ‘Grita, vadia!’ Unhas nas costas dele, suor misturado. Virei de missionário, pernas nos ombros, pau batendo no colo do útero. Olhos nos olhos, ele grunhindo. Gozei de novo, cona apertando, leite dele jorrando quente dentro, enchendo-me.

Ficámos colados, corações batendo. Ele beijou suave: ‘Perfeita.’ Depois, iate de novo, estrelas, vinho. Senti-me rainha, privilegiada. Ele voou de volta, mas trocamos olhares no congresso final. Carta dele: quadro de Klimt, beijo eterno. Casada agora, mas recordo o cheiro, o gosto, o luxo selvagem. Inesquecível.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *