Skip to content

A Minha Noite de Luxo e Prazer Selvagem no Jet Privado e Iate do Algarve

Olá, chamo-me Sofia, tenho 56 anos e sou portuguesa de gema. O meu marido, depois de um problema de saúde, deixou a nossa vida sexual num deserto há dois anos. Mas no verão passado, tudo mudou. Estávamos no Tivoli Palacio de Seteais, um hotel 5 estrelas em Sintra, perto de Lisboa. O ar cheirava a jasmins e maresia, a noite quente envolvia tudo. Eu, num vestido de seda preta que roçava a pele como um amante, bebia um copo de champanhe Veuve Clicquot, bolhas a dançar na língua.

No bar, reparei nele. Chamava-se Miguel, 28 anos, alto, músculos definidos de quem joga ténis no clube privado. Herdeiro de uma fortuna no vinho do Douro. Os olhos dele devoravam-me enquanto eu me bronzeava na piscina infinita. ‘Você é deslumbrante, como o pôr do sol no Tejo’, disse ele, voz grave, aproximando-se. Rimos, falámos de viagens. Ele convidou-me para um jet privado até ao Algarve. O meu marido dormia cedo, exausto. ‘Só um voo rápido’, pensei. Mas o desejo já latejava.

A Atmosfera Elétrica no Hotel e o Jet Privado

No jet, só nós dois. Couro macio nos assentos, o ronco suave dos motores. Ele serviu caviar e prosecco gelado. As mãos dele roçaram as minhas coxas por ‘acidente’. Senti o calor subir, os mamilos endurecerem sob o sutiã de renda. Chegámos ao iate ancorado na baía de Lagos ao anoitecer, luzes douradas refletindo no mar calmo. O cheiro de sal e o seu perfume Tom Ford misturavam-se. Subimos a villa privada no deck, lençóis de linho egípcio, vista para o Atlântico.

Ele trancou a porta do banheiro de mármore. ‘Lembras-te do nosso pacto no bar? Eu massageio-te toda’, murmurou, sorriso malicioso. Água quente a cair como chuva tropical, sabonete de lavanda francês escorrendo pela pele. As mãos grandes dele nos ombros, descendo para as minhas formas generosas. Eu gemi baixinho. ‘Continua, Miguel…’. Ele despiu-se, o caralho dele erguido, grosso, veias pulsantes, maior do que alguma vez vi. ‘És tu que me fazes assim, Sofia. Toca.’ Peguei, duro como ferro, comecei a punhetar devagar.

Ele arrancou o meu bikini fio dental, chupou os meus peitos fartos, língua rodando nos mamilos inchados. ‘Que tetas perfeitas, caralho.’ Virei-me, apoiei nas azulejos frios. Ele baixou as cuecas, cuspiu na cona molhada e enfiou de uma vez. ‘Vai devagar, amor… ah, fode!’ Mas eu pingava, ele deslizou todo, 20 cm de pau latejante a encher-me. Agarrando as minhas ancas, bombava forte, pa-pa-pa, os tomates batendo no cu. Eu mordia o lábio para não gritar, os peitos balançando selvagens.

O Êxtase Selvagem no Iate e a Villa Privada

Mudámos para a cama king size. Eu chupei-o como nunca: bolas na boca, língua na glande, engoli até à garganta. ‘Assim, puta luxuosa, mama o meu caralho.’ Ele devorou a minha cona, dedos no cu apertado. ‘Quero o teu rabo, Sofia.’ Lubrificou com óleo de massagem, tentou, mas doía demais. ‘Mais tarde’, ofeguei. Fodemo-nos em missionário, levrette – adorava as minhas nádegas grandes a baterem no abdómen dele. Gozei três vezes, pernas a tremer, esguichando no lençol de seda.

No final, ele quis gozar na cara, mas eu mandei: ‘Dentro, enche a minha cona!’ Ele acelerou, grunhindo, e jorrou jatos quentes, enchendo-me até transbordar. Caímos exaustos, suor misturado ao cheiro de sexo e mar.

De manhã, no iate, brunch com frutas e mimosa. O meu marido ligou, alheio. Senti-me rainha, privilegiada. Aquele luxo selvagem, o jet, o iate… Voltaremos, claro. O desejo não tem idade, só fome.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *