Acabei de voltar dessa viagem insana. Lisboa, o meu Lisboa, mas num nível que eu nunca imaginei. Ele me mandou o jet privado de Paris. Desci no aeroporto privado, o ar quente da noite portuguesa me envolvendo como um abraço úmido. Táxi direto para o Four Seasons Ritz, o crème de la crème. O porteiro impassível pegou minha mala Louis Vuitton, e o elevador subiu silencioso, cheirando a jasmim e couro novo.
A suíte era um sonho: lustres de cristal brilhando como estrelas, tapetes bege fofos sob os pés descalços, cama king size com lençóis de seda egípcia. No criado-mudo, um buquê de orquídeas caras, pétalas aveludadas roçando meus dedos. A nota dele: ‘Logo chego, minha safada’. A caligrafia nervosa me fez sorrir. Perfeccionista, o Luís. Tirei a roupa devagar, sentindo a seda do vestido escorregar pela pele suada. Banheira enorme, água quente com espuma de óleo essencial de ylang-ylang, doce e exótico. Mozart na rádio, suave. Olhei pela janela, um voyeur na rua me admirando nua. Deixei ele olhar um pouco, coração acelerando.
A Chegada ao Hotel de Sonho e a Tensão Crescente
Vesti lingerie preta de renda francesa, transparência nos mamilos duros. Vestido justo, salto alto. Maquiagem smokey, perfume Creed Aventus nele impregnado na minha pele. Desci pro restaurante. Lá estava ele, mesa com rosas vermelhas, champanhe Dom Pérignon gelado. Alto, elegante, terno cinza Tom Ford, óculos finos. ‘Finalmente’, disse ele, voz grave como no telefone. Beijou minha mão, depois subiu pro pulso, mordiscando leve. ‘Estás mais linda que imaginei.’ O vinho borbulhava na língua, ácido e fresco. Conversa fluida, toques casuais: mão na coxa por baixo da mesa, dedos traçando a renda da minha calcinha. ‘Quero-te agora’, sussurrou. Tensão elétrica, calor subindo.
Subimos pra suíte. Porta mal fechou, ele me prensou na parede, beijos famintos, língua invadindo minha boca. ‘Tira isso tudo’, ordenei. Ele rasgou a lingerie, mamilos expostos, chupando forte, mordendo até doer gostoso. Deitei na cama de seda, pernas abertas. ‘Come a minha cona’, gemi. Ele ajoelhou, língua voraz no clitóris inchado, dedos enfiando fundo, molhado escorrendo. ‘Estás encharcada, puta deliciosa.’ Gemidos ecoavam no quarto luxuoso. Montei nele, caralho grosso e duro pulsando na entrada. Desci devagar, sentindo cada veia esticando minhas paredes. ‘Fode-me forte!’ Cavalguei selvagem, seios balançando, unhas cravadas no peito dele. Virou-me de quatro, espeta forte, bolas batendo no cu. ‘Vou gozar na tua boceta.’ Gozei gritando, corpo tremendo, ele enchendo-me de porra quente, escorrendo pelas coxas.
O Sexo Intenso e o Êxtase no Iate Privado
Depois, jet pro Algarve à meia-noite. Iate privativo ancorado na baía de Lagos, estrelas no céu, brisa salgada. Villa anexa, piscina infinita. No deque, vinho espumante, nus sob a lua. Ele me comeu de novo no iate balançando, cona ainda sensível, cu agora lubrificado com óleo de massagem. ‘Enfia no meu rabo’, pedi. Anal intenso, lento depois brutal, gozo duplo misturado ao mar. Luxo puro: champanhe pingando nos corpos suados, lençóis de cetim na villa.
Agora, de volta, sinto o privilégio. Não foi só foda, foi luxúria elite. Corpo dolorido, alma saciada. Quero mais. Ele liga: ‘Próxima vez, villa nas ilhas.’ Sorrio. Vida de deusa portuguesa.