Acabei de voltar dessa loucura. Meu corpo ainda treme. Tudo começou no Pestana Palace, hotel 5 estrelas em Lisboa. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5. Meu marido, João, e o amante, Miguel – aquele jovem de 28 anos com olhos devoradores – me esperavam no quarto presidencial. Seda negra roçando minha pele, champanhe Dom Pérignon borbulhando na taça. ‘Inês, você é irresistível nessa lingerie’, murmurou João, voz rouca. Eu sorri, sabendo que ele filmava tudo com a câmera escondida no relógio de parede. A noite portuguesa entrava pela varanda, quente e úmida.
No dia seguinte, jet privado nos levou à Algarve. O couro dos assentos grudava na minha coxa nua. Miguel me tocava por baixo da saia, dedos ágeis roçando minha calcinha de renda. ‘Aguenta, amor, o iate espera’, sussurrei, mordendo o lábio. João assistia, pau endurecendo na calça. Chegamos à marina de Vilamoura. O iate, 40 metros de puro luxo, balançava suavemente. Vento salgado, sol poente tingindo o mar de ouro. Na villa privativa da costa, piscina infinita e cama king size com lençóis de 1000 fios. ‘Vamos brincar?’, propôs Miguel, nu já, pau ereto como uma lança.
A Montante da Tensão no Paraíso Português
A tensão explodiu. Eu os vi se tocando, mãos em paus duros. João chupava Miguel devagar, língua lambendo o pré-gozo salgado. ‘Assim, caralho, engole tudo’, gemia Miguel. Meu cu latejava de desejo. Deitei na cama, pernas abertas. ‘Venham me foder, seus putos’. Miguel mergulhou primeiro, pau longo rasgando minha buceta molhada. ‘Que delícia de cona, Inês, apertada e gulosa’. Ele metia forte, bolas batendo no meu cu, suor misturado ao óleo de massagem Tom Ford. Eu gemia alto, ‘Mais fundo, fode minha puta ensopada!’. João filmava de perto, pau na mão, depois enfiou na minha boca. Engoli até a garganta, engasgando no cheiro almiscarado dele.
Explosão de Prazer Selvagem e Luxurioso
Trocaram. João me comeu por trás, pau grosso esticando meu cu virgem daquela noite. ‘Relaxa, esposa safada, vou te arrombar’. Dor misturada a prazer, lubrificante escorrendo pelas coxas. Miguel na frente, fodendo minha boca como um pistão. ‘Bebe meu leite, vadia’. Gozei gritando, corpo convulsionando, squirt molhando os lençóis de seda. Eles aceleraram, sincronizados. Miguel explodiu no meu cu, jatos quentes inundando. ‘Toma meu porra, enche esse rabo!’. João na buceta, enchendo até transbordar, creme grosso pingando. Eu os chupei limpos, misturando sabores salgados na língua.
Agora, deitada na villa, o mar sussurrando lá fora, sinto o privilégio. Luxo assim, com dois machos me possuindo sem pudor… Incomparável. João beija minha nuca, ‘Você é nossa deusa’. Miguel acaricia minha buceta inchada, ‘Da próxima, mais’. Sorrio, exausta e saciada. Essa noite portuguesa me marcou pra sempre. Valeu cada gota de suor, cada gemido ecoando no iate.