Acabei de voltar de Lisboa, o corpo ainda a tremer. Cheguei ao hotel cinco estrelas no Chiado ao fim da tarde. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5, o meu perfume favorito. O quarto era um sonho: lençóis de seda egípcia, vista para o Tejo a brilhar ao pôr do sol. O João, o meu ex-marido, esperava-me na suite presidencial. Ele emagreceu, mas os olhos ainda ardiam como dantes. O José, o meu amante, chegou logo a seguir, de fato impecável, com um sorriso safado.
Sentámo-nos na varanda, copos de champanhe Veuve Clicquot a borbulhar na boca. A brisa quente de Lisboa roçava a minha pele nua sob o robe de cetim. ‘Estás irresistível, Daniela’, murmurou o João, a mão a deslizar pela minha coxa. Hesitei, o coração a acelerar. O José riu-se baixo, os dedos a traçarem o meu decote. ‘Lembras-te do que prometemos?’, disse ele. A tensão crescia, os olhares cruzavam-se como faíscas. Bebi mais um gole, o líquido fresco a descer pela garganta, misturando-se ao desejo que me queimava por dentro.
A Atmosfera Luxuosa e a Tensão Sexual em Ascensão
De repente, o jet privado chamou-nos. Voámos para o Algarve em meia hora, o céu alaranjado lá fora. No iate ancorado na baía de Lagos, a noite portuguesa envolvia-nos em calor húmido. O cheiro a sal e loção de Tom Ford pairava no ar. Despimo-nos devagar, a lua a refletir nas ondas. Os dois homens aproximaram-se, nus, os corpos duros e prontos. ‘Hoje, és nossa, completamente’, sussurrou o João, beijando-me o pescoço.
No convés de teca polida, caí de joelhos. Peguei no caralho do José, grosso e latejante, e chupei-o fundo, a língua a rodar na cabeça inchada. O João enfiou o dele na minha boca em seguida, os dois a alternarem, gemendo. ‘Assim, boa puta luxuosa’, grunhiu o José. Levantei-me, curvei-me sobre a amurada. O João cuspiu na minha cona molhada e enfiou-me de rompante, fodendo-me forte, as bolas a baterem no meu cu. ‘Mais fundo!’, implorei, as unhas cravadas na madeira.
O Êxtase Selvagem e o Contrecoup de Prazer Absoluto
O José não esperou. Molhou o dedo no meu mel e forçou o meu cu apertado. ‘Relaxa, amor, vais adorar isto’, disse, empurrando o caralho todo de uma vez. Gritei de dor e prazer, preenchida nos dois buracos. Moviam-se em uníssono, o iate a balançar com as ondas. ‘Fode-me o cu mais forte, José! João, rebenta-me a cona!’, berrei, o suor a escorrer. Gozei primeiro, o corpo a convulsionar, esguichando no convés. Eles aceleraram, os paus a incharem dentro de mim. ‘Vem, enche-me!’, supliquei. Gozaram ao mesmo tempo, jatos quentes a inundarem-me a cona e o cu, escorrendo pelas coxas.
Desabámos na villa privada ali perto, corpos entrelaçados em lençóis de linho fresco. O cheiro a sexo e mar misturava-se ao vinho do Porto que bebemos depois. O João beijou-me: ‘Foste perfeita, minha rainha.’ O José acariciou o meu sexo inchado: ‘Nunca te tivemos assim, tão nossa.’ Senti-me privilegiada, uma deusa no luxo português. Aos quase 50, com a minha empresa a voar alto, isto era o auge: dois homens a idolatrarem-me, o corpo saciado, a alma em êxtase. A vida é para ser vivida assim, sem tabus, só prazer puro. Amanhã, volto ao trabalho, mas levo este segredo no corpo, quente e eterno.