Acabei de chegar de um jet privado de Paris, o ar ainda cheira a couro italiano e champanhe Veuve Clicquot. Check-in no Four Seasons Lisboa, suite com vista para o Tejo. Eu, Inês, 42 anos, pele morena, curvas que o vestido de seda preta abraça como um amante. Adoro este luxo, esta elegância que me faz sentir viva, desejada.
No lounge, quase vazio àquela hora dourada, flutuava o aroma de jasmim e maresia portuguesa. Pedi um copo de vinho espumante, bolhas dançando na língua, frescas e picantes. Ele surgiu do nada: Fabrício, 50 anos, corpo atlético de quem se mantém no ginásio, olhos famintos por algo que falta na vida dele. Vestido impecável, mas o desejo transborda.
A Atmosfera Elétrica no Lounge Exclusivo
Sentei-me perto, cruzei as pernas, o salto Louboutin roçando o carpete macio. Os meus olhos charmosos fixaram-se nos dele. ‘O que deseja?’, perguntei, voz rouca, perfume Opium a envolver-nos – aquele mix exótico de especiarias e almíscar que me define. Vi o volume crescer nas calças dele, o pau endurecendo só com o meu cheiro de fêmea. Ele gaguejou a resposta, hipnotizado. Afastei-me devagar, a seda do vestido colando ao rabo, delineando a tanga de renda.
Ele seguia-me com os olhos, louco de tesão. ‘As casas de banho?’, murmurou. Sorri, inclinei-me, lábios roçando a orelha: ‘Eu sigo-te, amor.’ O coração dele batia forte, eu sentia. Levantei-me, o calor da noite lisboeta a aquecer a pele.
Na suite privada, porta fechada, o jogo começou. Ele ajoelhou-se, trémulo. Tirei um sapato, o pé perfeito com unhas vermelhas, pressionei a testa dele. ‘Lambe’, ordenei. A língua dele entre os dedos, faminta, suada. Respiração acelerada, gemidos meus. Agarrei os cabelos, pressionei o rosto na minha cona, através da seda húmida. Calor, cheiro animal, molhado.
O Prazer Intenso e Sem Filtros na Suite Privada
‘Lambe-me agora!’, firme. Levantei o vestido, tanga encharcada, cona inchada, pelos negros a transparecer. Desviei a renda, esfreguei na cara dele. Ondulei, gritando: ‘Sim, caralho, lambe essa cona!’ Língua profunda, sucos doces escorrendo. Ele devorava, eu gozava forte, ondas de prazer.
‘Não te toco, não me fodes. Isso é para o meu marido. Tu és só a minha boca.’ Ele aceitou, olhos submissos. Deitei na cama king size, lençóis de seda, pernas abertas. Cona exposta, lábios carnudos, clitóris duro. ‘Bebe-me.’ Jato quente de mijo, dourado, encharcando a cara dele. Ele engolia, louco. Depois, virei-me, rabo empinado: ‘Lambe o cu, safado!’
Raia peluda, cheiro musgoso de morena. Língua no ânus, furando fundo. ‘Fode-me o cu com a língua! Ahhh, puto!’ Brinquei a cona, dedos dentro, clapotis molhado. Gozei repetidas vezes, esguichos na boca dele. Ele ejaculou sem tocar, esperma no chão de mármore. Eu mijei de novo, ele bebeu tudo, extasiado.
Depois, aninhei-me nos lençóis perfumados, corpo a pulsar. ‘Adorei a tua submissão. O meu marido aprova – ele incentiva-me a encontrar escravo lamber para os nossos jogos. Próxima vez, yacht na Algarve, de jet.’ Ele saiu, leve, promessas no ar. Eu? Satisfeita, privilegiada. Este luxo selvagem é a minha vida. O calor português ainda aquece a pele, o gosto dele na boca.