Acabei de voltar de Lisboa, o corpo ainda a tremer com as memórias. Ele, um homem elegante de olhos devoradores, me convidou para o seu mundo. ‘Bebe água, minha querida, muita água. Quero te beber inteira’, escreveu no WhatsApp. Eu sorri, excitada. Uma semana de mensagens quentes, fotos ousadas de bundas dilatadas, peitos molhados de urina dourada. Eu amo isso, sem pudores.
Chegamos ao hotel Tivoli no Chiado ao pôr do sol. O ar cheirava a jasmim e mar. Ele me esperava no suite presidencial, champagne Dom Pérignon borbulhando na taça gelada. Vestido de seda preta colando na pele, decote profundo. Ele me beijou, leve, mas o pau já duro contra mim. ‘Estás pronta para o jet privado? Vamos para o meu iate na Algarve.’ Meu ventre apertou de desejo e da água que bebi.
A Chegada ao Éden Luxuoso e a Tensão Crescente
No jet, mãos dele na minha coxa, fenda do vestido aberta. ‘Sinto-te molhada.’ Eu gemi, o ronco dos motores misturado ao meu pulsar. Chegada à marina de Lagos, o iate reluzia sob as estrelas, 50 metros de puro luxo. Champanhe gelado, caviar, a brisa quente da noite portuguesa acariciante. Subimos a bordo, villa flutuante com cama king size coberta de lençóis de cetim egípcio. Ele preparou tudo: plásticos impermeáveis no chão, toalhas egípcias espalhadas. ‘Aqui, podemos nos soltar.’
Eu tremia, bexiga cheia. Ele ajoelhou-se, desabotoou meu vestido. ‘Não me toques, senão endureço e não consigo mijar.’ Ele soprou no meu clitóris exposto, ar quente me arrepiando. Uma gota perolou, ele lambeu. ‘Deliciosa, a primeira.’ Fechei os olhos, respirei fundo. O jato saiu forte, dourado, encharcando seus peitos no peito nu. Ele riu, dirigiu o fluxo para a boca aberta, engolindo, tossindo de prazer. ‘Mais, minha puta luxuosa!’
O Êxtase Selvagem Onde Luxo Encontra Luxúria
Eu o empurrei no chão, despi o resto. Pernas longas, seios firmes com mamilos rosados duros. Montei no seu ventre, esfreguei a cona molhada na sua pila ereta. Beijos vorazes, gosto de mijo na boca dele me deixando louca. ‘Sentes o meu calor? Vou te encharcar.’ Meu ventre pesado explodiu em jatos quentes, escorrendo pelo pau dele até as bolas. Cheiro forte, inebriante, misturado ao sal do mar. Gemi alto, ondulando, clitóris no glande inchado. Ele gemeu: ‘Mija mais, caralho!’
Segurei o orgasmo, mas veio avassalador. Ele me penetrou com dois dedos no cu, eu gritei. Virei, chupei sua pila inteira, bolas lisas na boca, língua no períneo até o cu apertado. ‘Lambe-me o cu, vadia!’ Empurrei a língua, ele mijou fraco na minha cara. Depois, ele me comeu o cu devagar, pila grossa dilatando, eu mijando de prazer em golfadas. ‘Fode meu cu, mais fundo!’ Gozei jorrando, ele explodiu dentro, esperma quente misturado ao mijo.
Depois, deitados exaustos no iate balançando, champagne para limpar o paladar. Corpos colados, cheiro de sexo e luxo. Ele traçou arabesques no meu ventre com o sêmen. ‘Foste incrível.’ Eu sorri, saciada. ‘Foi um privilégio, este mundo teu.’ No chuveiro dourado do iate, sabonetes de essência rara, nos lavamos rindo. Caviar e vinho no deck, estrelas testemunhas. Senti-me rainha, num êxtase raro, onde luxo e luxúria se fundem para sempre.