Eu pensava que o casamento da minha prima seria só mais uma noite chata. Mas no Ritz Lisbonne, tudo mudou. O ar cheirava a jasmim e champanhe Dom Pérignon, a luz dourada dos lustres dançava nas taças. Eu, vestida num vestido de seda preta que roçava a pele como um sussurro, avistei-o. Meu primo João, que não via há anos. Alto, olhos verdes penetrantes, fato Tom Ford impecável. ‘Prima, estás… deslumbrante’, disse ele, voz rouca, beijando minha mão. Meu corpo tremeu. Hm… aquelas mãos fortes.
Conversámos no jardim privado, o calor da noite lisboeta envolvia-nos. Ele ria das minhas piadas, olhos fixos nas minhas coxas quando a saia subia levemente. ‘Lembras-te daquela festa há anos?’, perguntei, sentindo o vinho pétillante na língua. Ele aproximou-se, cheiro de Creed Aventus a invadir-me. ‘Lembro-me de ti sempre assim, irresistível.’ As nossas mãos roçaram. Eletricidade. Caminhámos mais fundo, longe dos convidados. Sentei-me num banco de mármore, pernas cruzadas, sabendo que ele via tudo. ‘Queres saber um segredo?’, sussurrei. Ele ajoelhou-se, mão na minha perna nua. ‘Diz-me.’ Beijámo-nos ali, línguas urgentes, o sabor salgado da sua boca misturado ao meu batom Chanel.
A Tensão Sexual no Hotel de Sonhos
Ele chamou o jato privado. ‘Vamos para a minha villa no Algarve. Agora.’ No jato, mãos por todo o lado. Ele desabotoou o vestido, chupando os meus mamilos duros através da renda La Perla. ‘Estás molhada, prima’, murmurou, dedo deslizando na minha cueca fio dental. Eu gemi, apertando o seu pauzão duro contra a calça. Chegámos à villa à beira-mar, luzes suaves, cama king size com lençóis de seda egípcia. O iate ancorado balançava ao fundo.
O Clímax Selvagem e o Depois Luxuoso
Atirei-me a ele. ‘Quero-te todo.’ Tirei-lhe a roupa, o pau dele saltou, grosso, veias pulsantes, pré-gozo a brilhar. Caí de joelhos, chupei avidamente, língua no saco, engolindo até à garganta. ‘Caralho, a tua boca é fogo’, grunhiu ele, mãos no meu cabelo. Virou-me, rasgou a cueca. ‘Olha esta cona raspadinha, molhada pra mim.’ Lambeu-me feroz, dois dedos dentro, dedilhando o ponto G enquanto chupava o clitóris inchado. Eu tremia, ‘Fode-me, João, mete esse caralho agora!’ Ele obedeceu, penetrando devagar, esticando-me toda. ‘Estás apertadinha, prima safada.’ Bombava forte, bolas batendo no meu cu, eu cavalgava, seios balançando, unhas nas costas dele. Mudei de posição, de quatro na cama de luxo, ele metia sem piedade, tapa na bunda. ‘Grita pra mim!’ Eu gozei primeiro, cona contraindo no pau dele, squirt molhando os lençóis. Ele acelerou, ‘Vou gozar dentro!’ Jet após jet de porra quente a encher-me, escorrendo pelas coxas.
Deitados, suados, o mar ao fundo, champagne gelado na pele. ‘Isto foi… perfeito’, disse ele, beijando-me. Senti-me rainha, privilegiada. Num iate de milhões, sob estrelas algarvias, o desejo proibido selado no luxo. Nunca mais seria igual. Voltei a Lisboa de jato, corpo marcado, alma saciada. Aquela noite? O meu segredo mais doce e selvagem.