Acabei de voltar dessa loucura… Ainda sinto o corpo a tremer. Tudo começou no Pestana Palace, em Lisboa, num quarto presidencial com vista para o Tejo. O ar cheirava a jasmim e ao perfume Creed Aventus do Tomás, meu amante de 25 anos, alto, olhos verdes, corpo esculpido. Ele me levou de jato privado, eu vestida com um vestido de seda preta, sem cueca, como ele adora. ‘Inês, levanta a saia’, sussurrou no elevador, a mão já na minha cona molhada. Hesitei… mas abri as pernas, sentindo o ar fresco no clitóris inchado.
No quarto, champanhe Veuve Clicquot gelado, bolhas estalando na língua. Brindamos, os copos tilintando. Ele me beijou devagar, a barba roçando a pele, mãos deslizando pela seda. ‘Hoje vem surpresa’, disse, olhos brilhando. Apresentou o Guilherme, amigo da faculdade, moreno, pica grossa que vi despontar nas calças. Sentei-me entre eles no sofá de veludo, o calor da noite portuguesa infiltrando-se pela varanda aberta. Tomás subiu a saia, dedos no meu cu, Guilherme apertou os seios por cima do vestido. ‘Estás pronta?’, perguntou Tomás. Eu… sim, gemi baixinho, o vinho pétillante aquecendo o ventre.
A Atmosfera Elétrica no Hotel de 5 Estrelas
Partimos de helicóptero para o Algarve, iate ancorado na Marina de Vilamoura. O vento salgado batia na cara, eu nua sob o robe de cashmere. No convés iluminado por luzes LED suaves, eles me deitaram na espreguiçadeira de couro italiano. Tomás chupou a cona com maestria, língua rodando no clitóris, eu arqueando as costas, cheiro de mar misturado ao meu mel. ‘Agora o brinquedo’, disse, enfiando o vibrador grosso na minha boceta, enquanto eu mamava a pica do Guilherme, veias pulsando na boca, saliva escorrendo.
Não aguentei. ‘Fode-me os dois!’, implorei. Tomás deitou-se, eu sentei no caralho dele, virada de costas, o cu engolindo centímetro a centímetro, lubrificado pelo gozo dele anterior. Guilherme forçou a entrada na cona, grosso, esticando-me ao limite. ‘Caralho, que apertada!’, grunhiu ele, metendo forte. Eu no meio, sanduíche de luxúria, os dois caralhos roçando um no outro através da fina parede, fricção insana. O iate balançava com as ondas, calor úmido da noite, suor misturado ao sal. ‘Mais rápido, fode o cu dela!’, mandou Tomás ao amigo, e Guilherme obedeceu, palmadas no rabo ecoando.
O Êxtase Selvagem no Iate Privado
Gritei, orgasmo explodindo, cona esguichando no peito do Guilherme. Eles aceleraram, bestiais, ‘Vou gozar!’, berrou Tomás, enchendo o cu de porra quente, jatos grossos escorrendo. Guilherme veio logo após, inundando a boceta, ‘Toma tudo, puta luxuosa!’. Cedi completamente, tremendo, boceta e cu latejando, cheiro de sexo e Chanel no ar.
Depois, deitados no convés, eles me acarinharam com mãos gentis, beijos suaves nos mamilos. O céu estrelado do Algarve, o mar calmo… Senti-me rainha, privilegiada. Esse prazer selvagem no luxo puro, sem tabus. Voltei de jato, corpo marcado, alma saciada. Quero mais… quem não?