Isto aconteceu-me há umas semanas, e lembro-me como se fosse agora. Eu sou a Inês, portuguesa de 35 anos, 1,65m, magra, morena, corpo tonificado das corridas na marginal de Lisboa. O meu marido, o Miguel, 1,80m, atlético, olhos verdes que me derretem. Fazemos amor com fogo, mas eu sonhava com mais. Brincava com ele sobre um trio, e ele ria, dizendo: “Com quem, amor?”. Sabia que ele via como eu olhava para o Pedro, o nosso amigo de longa data. Alto, 1,95m, corpo de rugby, músculos que transpiram força. E sim, via-se pelo fato de banho no iate: dotado como poucos.
Tudo começou num hotel 5 estrelas no Chiado, o Bairro Alto Hotel. Chegámos de jet privado de Paris, onde tínhamos estado em negócios. O ar cheirava a jasmim e maresia quente lisboeta. Na suite presidencial, lençóis de seda egípcia roçavam a pele nua. Brindámos com champanhe Dom Pérignon, bolhas cremosas na língua, geladas contra o calor da noite. O Miguel convidou o Pedro para jantar. “Ele vem contar das viagens”, disse, com um olhar cúmplice. Eu vesti um vestido de seda preta, justo, decote que mal continha os seios. O Pedro chegou, bronzeado do iate na Algarve, cheirando a Creed Aventus, amadeirado e fresco.
A Atmosfera de Luxo e a Tensão Crescente
Jantámos no restaurante panorâmico, vistas para o Tejo reluzente. Vinho verde pétula, ácido e mineral, aquecia-nos por dentro. Rimos de histórias, mas o ar carregava eletricidade. As mãos dele roçavam a minha de raspadinha ao passar o copo. O Miguel piscava: “Inês, o Pedro acha-te irresistível”. Eu corei, mas sorri: “És parvo… mas ele é simpático”. A tensão crescia. Subimos à suite, o elevador privativo sussurrava promessas. Na sala, sofás de veludo, luzes ténues. Eu sentia a humidade entre as pernas, o vestido colando à pele suada.
De repente, o Miguel puxou-me para si: “Quero-te agora”. Beijámo-nos com fome, línguas dançando. O Pedro observava, olhos famintos. Tirei o vestido, nuas as curvas sob a luz dourada. O Miguel despiu-me a lingerie de renda, beijou os mamilos duros. Eu gemi, ajoelhando-me, abrindo-lhe as calças. O pau dele, rígido, pulsava na minha boca quente, saliva escorrendo. O Pedro aproximou-se, calções baixos, revelando o caralho enorme, grosso, veias inchadas, brilhante de pré-gozo. “Posso?”, murmurou. Eu assenti, sem palavras, cona a latejar.
O Prazer Intenso e a Doce Satisfação
Ele ajoelhou-se atrás, mãos grandes nas minhas nádegas firmes. Cheirava a sal do mar e macho. O glande roçou a entrada molhada, escorregadia de desejo. Empurrou devagar… ahh, encheu-me toda, esticando as paredes. Gritei de prazer, boca ainda no pau do Miguel. O Pedro fodia-me com ritmo, pausadas fortes, bolas batendo na pele. “Estás tão apertadinha, Inês”, grunhiu. Acelerou, claques ecoando na suite. Eu gozei primeiro, corpo tremendo, squirt molhando as coxas de seda. O Miguel gemeu: “Vem, amor”. Chupei mais fundo, engolindo o jacto quente.
Mudámos. Deitei-me de costas na cama king size, pernas abertas. O Pedro montou-me, caralho mergulhando fundo, batendo no colo do útero. O Miguel lubrificou o cu meu, dedo primeiro, depois o pau dele. Entrou devagar, eu arqueei: “Sim, fodem-me os dois!”. Sanduíche de luxúria, eles alternavam, caralhos roçando dentro de mim, sucos misturando-se. Gritei: “Mais forte, caralhos!”. Gozei de novo, unhas cravadas nos ombros do Pedro, cona contraindo em espasmos. Eles explodiram: o Pedro inundou a cona de porra espessa, o Miguel o cu, escorrendo quente pelas nádegas.
Desabámos, suados, ofegantes. O Pedro beijou-me a testa: “Obrigado pela noite”. Saiu discreto para o quarto contíguo. Eu aninhei-me no Miguel, cheiro a sexo e champanhe no ar. “Foi perfeito”, sussurrei. No dia seguinte, jet para Algarve, iate à espera, mas nada bateu aquela noite. Sinto-me privilegiada, viva, desejada. Quero mais.