Acordei na nossa villa de luxo no Algarve, os lençóis de seda branca colados à pele pelo calor da noite portuguesa. Viemos de jet privado de Lisboa, depois de um cocktail no hotel Tivoli, com champanhe Dom Pérignon gelado na boca. O cheiro do teu perfume Creed Aventus ainda paira no ar, misturado ao sal do mar que entra pela varanda aberta. Olho para ti, deitado ao meu lado, o teu corpo musculado, bronzeado pelo sol do Mediterrâneo. As tuas coxas fortes, o peito largo… Meu Deus, como me excitas. A barriga levemente arredondada do nosso bebé, só quatro meses para nascer, mas isso só me deixa mais safada, mais faminta por ti.
Sinto o desejo subir, lento, como o vinho espumante que bebemos ontem no iate. A tua respiração calma, o teu pau já meio duro debaixo do lençol fino. Eu… eu não resisto. Deslizo a mão devagar, toco-te a virilha, sinto a pele quente, macia. ‘Amor…’, sussurro, a voz rouca de sono e tesão. Abres os olhos, sorris com aquela malícia. ‘Ainda queres mais, minha portuguesa gulosa?’ Eu rio baixo, ‘Sempre, contigo neste paraíso.’ A minha boca desce, beijo o teu abdómen, sinto o sabor salgado da tua pele. O teu pau endurece na minha mão, grosso, veias pulsantes. Eu lambo a cabeça rosada, o pré-gozo doce na língua.
A Atmosfera de Luxo e o Desejo Crescente
A tensão cresce, o ar quente envolve-nos. A vista da piscina infinita para o oceano, o som das ondas… tudo grita luxo, mas o meu corpo quer luxúria pura. Chupo-te devagar, a boca cheia, saliva escorrendo. Tu gemes, ‘Porra, que boquinha…’. Acelero, as bolas pesadas na minha mão, massageio-as, sinto-as contrair. Quero-te todo, selvagem.
Viro-me de costas, empino o rabo redondo, a cona já molhada, inchada de desejo. ‘Fode-me agora, amor, rasga-me com esse caralho enorme.’ Tu não hesitas, agarras os meus quadris, a tua glande pressiona a entrada, escorregadia. Entras devagar, centímetro a centímetro, esticando-me toda. ‘Ahhh, sim… mais fundo!’, grito, a voz ecoando na villa vazia. Começas a bombar, forte, os teus ovos batendo nas minhas nádegas suadas. O cheiro do nosso sexo enche o quarto, suor, tesão, luxo misturado a porra.
A Explosão de Prazer Selvagem e o Êxtase
Eu rebolo contra ti, a cona apertando o teu pau latejante. ‘Mais rápido, fode-me como uma puta de luxo!’, peço, as unhas cravadas nas tuas coxas. Tu obedece, socos profundos, o teu polegar no meu cu, roçando o anel apertado. Eu gozo primeiro, o corpo treme, ‘Caralho, tô a gozar… não pares!’. Ondas de prazer, a cona pulsando, esguichando no teu caralho. Tu aceleras, ‘Vou encher-te, minha vadia grávida sexy.’, e explodes, jatos quentes de porra inundando-me, escorrendo pelas coxas.
Ficamos ali, ofegantes, colados no suor. O sol nasce no horizonte, dourando a villa. Sinto a tua porra escorrer, o cheiro de sexo no ar. ‘Isto é vida, amor. Jet, iate, villa… e tu dentro de mim. Nunca imaginei tal privilégio.’, digo, beijando-te. Tu acaricias a minha barriga, ‘Somos sortudos, minha rainha portuguesa.’ O afterglow é perfeito, corpos entrelaçados na seda, o mar cantando. Um momento fora do comum, luxo e luxúria eternos.