Acabei de voltar de uma loucura no Algarve. Tudo começou com um jato privado de Lisboa, o cheiro de couro novo misturado ao perfume dele, Tom Ford Oud Wood, inebriante. Chegamos à villa exclusiva à beira-mar, luzes suaves, piscina infinita brilhando sob a lua. O ar quente da noite portuguesa envolvia minha pele, e o champanhe Veuve Clicquot gelado explodia na boca, bolhas dançando na língua.
Ele me olhou com aqueles olhos famintos, enquanto eu deslizava o vestido de seda preta pelo corpo, revelando lingerie La Perla. Fiquei deitada na cama king size, lençóis de algodão egípcio macios como um sussurro. ‘Quero te torturar de prazer’, murmurou ele, voz grave, mãos firmes nos meus pulsos. Eu ri, nervosa, excitada. ‘Faça o que quiser… mas devagar.’
A Atmosfera Luxuosa e a Montada da Tensão Sexual
Suspiro. Ele pairou sobre mim, beijos leves no pescoço, arrepios subindo pela espinha. O hálito quente na clavícula… ah. Desceu devagar, lábios roçando meus seios pequenos, firmes. Circulou as aréolas sem tocar os mamilos duros, língua espiando, fugidia. ‘Por favor…’, gemi eu, quadris se mexendo sozinhos. Ele riu baixo, beijou minha barriga, parou no umbigo, hálito no pubis depilado.
As coxas tremiam. Ele beijou o interior, perto da buceta já molhada, mas desviou para os joelhos, pés… mordiscou meu dedão, subiu devagar. Voltei a suplicar. Finalmente, entre as pernas abertas, soprou na minha cona inchada, clitóris pulsando. Um beijo ali perto, língua roçando de leve. ‘Não para…’, implorei, mãos nos cabelos dele.
Lambi os lábios, ele mergulhou a língua na minha umidade, devagar, do ânus ao clitóris. Gosto salgado-doce meu na boca dele. Circulou o botão, sugou suave, pausas cruéis. Meu corpo arqueava, pernas tremendo. Subiu, beijou meus seios de novo, desceu mais lento. ‘Quero gozar…’, ofeguei. Ele acelerou, língua firme no clitóris, dedos abrindo minhas lábias. Gozei forte, cona contraindo, jatos quentes na cara dele, gritos ecoando na villa.
O Clímax Intenso e o Depois de Êxtase Puro
Ainda ofegante, ele subiu, pau duro roçando minha entrada. ‘Certeza?’, perguntou. ‘Fode-me agora.’ Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, enchendo minha buceta apertada. ‘Caralho, que quentinha…’, grunhiu. Movimentos lentos, profundos, minhas unhas nas costas dele. Acelerei os quadris, ‘Mais forte!’. Ele me prendeu as mãos acima da cabeça, fodeu ritmado, pausando pra me frustrar, cona sugando o pau dele.
Mamilos roçando o peito peludo, mordi o pescoço dele. ‘Vou gozar de novo…’, avisei. Ele bombou selvagem, pau latejando dentro, bolas batendo na minha bunda. Meu orgasmo veio em ondas, cona apertando como vise, leite dele jorrando quente, enchendo-me. Ele segurou, não gozou tudo, continuou fudendo devagar, prolongando.
Caímos exaustos, suor misturado, cheiro de sexo e mar. Ele me beijou, ‘Isso é só o começo’. Sorri, corpo mole nos lençóis de luxo. Privilégio puro: jato, villa, esse homem me possuindo assim. Sinto-me rainha, saciada, pronta pra mais. A noite algarvia ainda pulsa em mim.