Acabei de regressar de uma noite que ainda sinto na pele. Tudo começou no terraço do hotel de 5 estrelas em Lisboa, com o Tejo a brilhar sob as luzes. Eu, vestida com um vestido de seda preta que mal cobria as coxas, o ar quente da noite portuguesa a acariciar-me. O meu amor, Ricardo, ao meu lado, com o seu fato impecável. Encontrámos o casal perfeito: Miguel, alto e musculado, e a sua Sofia, loira gulosa com seios fartos.
Serviram-nos champanhe Dom Pérignon, bolhas frias a rebentar na língua, aroma de jasmim no ar misturado com o perfume Creed Aventus dele. Falámos baixo, olhares cruzados. Sofia inclinou-se, o decote a oferecer vistas generosas, os mamilos rosados quase a saltar. ‘Gostas?’, sussurrou ela, corando. Ricardo riu-se, a mão dele na minha coxa subindo devagar. Senti a humidade crescer, os lábios da cona inchados. ‘Vamos para a suite’, propôs Miguel, os olhos famintos.
A Tensão Sensual no Terraço do Hotel
No jet privado para a Algarve, o couro dos bancos a roçar a pele nua sob o vestido. Turbulência leve, mas a verdadeira veio das mãos. Sofia beijou-me, língua doce de vinho, enquanto Ricardo e Miguel nos viam. Chegámos à villa de luxo, piscina infinita, mar ao fundo. Despimo-nos no quarto principal, lençóis de seda egípcia frios contra o calor dos corpos.
A tensão explodiu. ‘Quero os dois’, gemi eu, de joelhos. Peguei no caralho grosso de Ricardo, veias pulsantes, e chupei o longo e fino de Miguel, salgado de pré-gozo. Eles gemeram, ‘Porra, que boca gulosa’. Sofia assistia, dedos na cona raspada, agora eu entendo porquê – ela raspara a dela mais cedo, lisa como seda. Deitei-me, pernas abertas. Ricardo lambeu-me a cona, língua no clitóris inchado, cheiro almiscarado meu misturado com o dela quando ela se juntou.
Miguel posicionou-se atrás. ‘No cu?’, perguntou, lubrificante a escorrer frio. Hesitei, ‘Só se fores devagar… e Ricardo na frente’. Ele entrou, ardor inicial, depois prazer selvagem. Senti o cu esticado, o caralho dele a pulsar, enquanto Ricardo me fodia a cona forte, bolas a bater. ‘Fode-me os dois buracos!’, gritei, unhas nas costas dele. Movimentos sincronizados, suor a pingar, gemidos ecoando na villa. Sofia chupava os mamilos meus, dura como pedras.
O Êxtase Selvagem na Villa Privada
Gozei primeiro, cona a contrair, esguichos molhando as coxas. Ricardo explodiu dentro, porra quente a encher-me. Miguel saiu, jatos grossos no meu rosto, salgado na língua – provei, adorei. ‘Mais’, pedi. Virei-me, cul de quatro. Ricardo no cu agora, maior, doía bom. Miguel na boca, foda profunda na garganta. Sofia sentou na cara, cona molhada no nariz, lambi o cu dela, apertadinho e saboroso.
Ele gozou na minha boca, engoli tudo, porra cremosa. Ricardo acelerou, ‘Vou encher-te o cu’, e veio, jorrando fundo. Caímos exaustos, corpos entrelaçados, cheiro de sexo e Chanel no ar.
De manhã, no iate ancorado na Algarve, sol a aquecer a pele, brunch com caviar e prosecco. Olhámos uns para os outros, sorrisos cúmplices. ‘Foi privilegiado’, disse Ricardo, mão na minha nádega dorida mas feliz. Sinto-me rainha, corpo marcado por luxúria elite. Nunca mais o mesmo. Quero mais.