Estou deitada na cama king size da minha villa em cliffs do Algarve, a brisa quente da noite portuguesa entra pela varanda aberta. O cheiro do mar mistura-se com o meu perfume Chanel Nº5, caro e inebriante. Olho para o iate ancorado lá em baixo, iluminado, onde Miguel acabou de chegar de jet privado de Lisboa. Meu corpo arde desde o hotel 5 estrelas no Chiado, onde nos beijamos pela primeira vez. Meu micro-string de seda branca está encharcado, a buceta latejante implora. Pego no brinquedo da mala Louis Vuitton – um dildo duplo, longo, flexível, com cabecinhas grossas nas pontas. Porquê o trouxe? O desejo anal que me consome. Esfrego-o na minha virilha depilada, sinto a humidade escorrer pelas coxas. Paro antes de gozar, imaginando enfiá-lo no cu dele, depois no meu.
— Vem já, Miguel! — grito quando ouço a porta. Ele sobe as escadas de mármore, ofegante, o fato Tom Ford desabotoado. Os olhos dele devoram-me na camisola de linho transparente, os mamilos duros visíveis. — Estás linda, Inês, como uma deusa do Algarve. — Desabotoa a camisa, revelando o peito bronzeado, pelos escuros. Eu tiro-lhe as calças, descubro o string preto apertado, a pila já meia-rija a pulsar. — Gostas? Para ti. — Viro-o, acaricio as nádegas firmes, a pelugem que desce até ao rego profundo.
A Tensão no Paraíso de Luxo
As minhas mãos abrem-lhe as nádegas, o cheiro almiscarado do seu suor mistura-se com o vinho espumante que bebemos no iate. — Ecarta as pernas, amor. — A língua minha lambe o cu dele, rosado e apertado. Ele geme, treme. Molho-o bem, enfio um dedo, depois dois. — Que delícia, tão quente, tão guloso. — Ele contorce-se, a pila dele endurece totalmente, o glande roxo inchado. Pego no dildo, lubrifico com óleo de massagem La Mer. — Relaxa… — Empurro devagar, a ponta entra fácil no cu dele dilatado. Ele grita de prazer, o corpo arqueia. Faço-o foder-se, couliso devagar, sinto a próstata dele pulsar. — Goza assim, sem tocar na pila!
O Clímax Anal e a Luxúria Desenfreada
Ele explode sem ejacular, tremendo todo. Agora é a minha vez. Viro-me, de quatro na cama de cetim egípcio, abro as nádegas. — Fode o meu cu, Miguel, sem piedade. — Ele lambe-me primeiro, a língua quente no meu ânus, dedos na buceta encharcada. Enfia três dedos no cu, eu gemo alto, o gosto salgado do champanhe na boca. A pila dele, grossa e veiada, pressiona a entrada. — Entra todo! — Ele empurra, rasgando-me deliciosamente, o cu estica ao limite. Fode forte, bolas batendo na minha pele, o suor escorre. — Mais fundo, caralho! — Grito, gozando em ondas, o cu contrai em volta da pila dele. Ele acelera, grunhe, enche-me de porra quente, jatos que transbordam.
Caímos exaustos no chão de mosaico fresco, corpos colados, o coração a martelar. O luar banha-nos, o som das ondas lá em baixo. Sinto-me privilegiada, rainha deste luxo selvagem – iate, villa, prazer anal sem tabus. Ele beija-me o pescoço. — Nunca forgeterei isto, Inês. — Eu sorrio, saciada, o cu ainda a pulsar com o eco do gozo. Um fim de semana perfeito, fugindo do mundo num paraíso português.