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Massagem Proibida no Meu Hotel 5 Estrelas em Lisboa: Luxúria Inesquecível

Cheguei a Lisboa num jet privado, o ar cheirava a jasmim e sal do Tejo. Meu amigo, um homem elegante de 1m62, magro e charmoso, me convidou para o Pestana Palace, hotel 5 estrelas. Piscina infinita, água morna como um beijo. Eu, curvilínea, 90kg de curvas portuguesas, mergulhei. Ele, uma flecha desajeitada na água, me olhava. ‘Estás incrível’, disse, voz baixa. Ri, sentindo o biquíni de seda roçar a pele.

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Depois da natação, jantar na suite: vieiras grelhadas, vinho verde pétillante, bolhas dançando na língua. O calor da noite lisboeta entrava pela varanda. Ele insistiu: ‘Deixa-me massajar-te, mereces’. Aceitei, corpo ainda úmido. Na cama king size, vista para o castelo, vesti só uma toalha de cashmere amarrada nos seios. Ele aqueceu óleo de amêndoa nas mãos, cheiro doce e exótico, como Creed Aventus no ar.

A Noite de Luxo e a Tensão que Subia

Começou pela nuque. ‘Hum… que mãos de ouro’, gemi, olhos fechados. Trapézios derretendo, omoplatas… desceu devagar. ‘Queres as pernas?’, perguntou, voz rouca. ‘Sim… mais baixo’, sussurrei. Pés pequenos, redondos, ele beijou um, quase. Molhos tensos, panturrilhas firmes. Cheguei às coxas, calor subindo. ‘E o cu?’, brinquei, coração acelerado. Ele hesitou: ‘Posso… tirar a cueca?’. Levantei o rabo, seda escorregando. ‘Uau… perfeito’, murmurou, admirando minhas nádegas cheias, sem celulite, lisas como mármore.

Mãos quentes nas minhas ferras. ‘Não chores, linda’, disse, sentindo tremor. Acariciei, ele apertou mais. ‘Mais forte… por favor’. Cambreei, cheiro da minha excitação subindo, cona molhada pingando na fronha de 1000 fios. ‘Gostas do meu cu?’, perguntei, voz trémula. ‘Amo… é divino’. Dedos roçando o ânus, quente, úmido. ‘Olha… não… sim, olha meu buraco’. Ele separou, língua no períneo. ‘Não pares… chupa-me a cona!’. Lambidas vorazes, suco escorrendo pela boca dele.

O Prazer Selvagem sem Limites

Virei de costas, pernas abertas. Ele entre minhas coxas, pau duro latejando no boxers. ‘Fode-me a boca’, ordenei. Engoli o caralho pequeno mas grosso, veias pulsando, bolas cheias. Ele gemeu, fudendo devagar. ‘Agora o cu… lambe!’. Língua no meu ânus, penetrando, eu gritava: ‘Caralho, que delícia!’. Montei nele, cona engolindo o pau até o fundo. ‘Mais forte, fode esta puta luxuosa!’. Ele socava, peitos balançando, suor misturado a óleo. Dedos no clitóris, orgasmo explodindo: ‘Vou gozar… enche-me de porra!’. Jatos quentes no ventre, misturando luxúria e luxo.

No yacht ancorado na Algarve, depois do helicóptero, deitamos exaustos. Corpo colado ao dele, cheiro de sexo e Chanel. ‘Nunca senti tanto… és especial’, confessei. Ele sorriu: ‘Tu és a deusa portuguesa’. Senti-me privilegiada, rainha num mundo de elites. Aquela noite, jet, hotel, villa – tudo valeu por este êxtase selvagem. Ainda sinto o pulsar… quero mais.

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