Acabei de voltar dessa loucura. Eu, Ana, 28 anos, lisboeta de gema, sempre adorei o luxo que faz a pele arrepiar. Ele era João, fotógrafo top, daqueles que ainda manda no mundo da moda. Encontrámo-nos no Ritz, em Lisboa. O quarto suite, cheirava a jasmim fresco e ao perfume dele, um Creed Aventus caro que me invadia as narinas. ‘Vem cá, minha portuguesa safada’, murmurou, puxando-me para os lençóis de seda egípcia que deslizavam como um beijo molhado na pele.
Eu vestia um robe de cetim, curto, que mal tapava as coxas. Ele, fato Tom Ford impecável, copo de Dom Pérignon na mão. Brindámos, o vinho pétillante explodiu na boca, doce e ácido, como o desejo que crescia. As mãos dele nas minhas ancas, apertando devagar. ‘Sentes o calor da noite lisboeta? Vai ser pior no Algarve.’ Eu ri, nervosa, mas já molhada. O jet privado esperava no aeroporto. Subimos, o couro dos bancos quentes contra as minhas nádegas nuas – tirei as cuecas no avião. Ele traçou os meus mamilos com os dedos, duros como pedras preciosas. ‘Quero-te agora, mas aguenta. O iate é nosso.’ A vibração do motor entre as pernas era tortura boa.
A Atmosfera de Luxo e o Desejo que Cresce
Chegámos ao Algarve ao pôr do sol, o céu laranja como fogo. O iate branco, 30 metros, ancorado na baía secreta. Villa de luxo na falésia, mas fomos directo para o convés. Vento quente do sul, sal no ar, ondas a bater suaves. Ele despiu-me devagar, a seda do robe caiu, expondo os meus seios firmes, a cona depilada a brilhar de excitação. ‘Olha para ti, perfeita’, disse, beijando o meu pescoço, descendo à barriga. Eu gemi, as pernas a tremer.
No convés iluminado por luzes LED suaves, ele ajoelhou-se. A língua dele na minha cona, lambendo devagar, chupando o clitóris inchado. ‘Estás tão molhada, Ana, gosto do teu sabor a mar e mel.’ Eu agarrei o cabelo dele, empurrando a cara contra mim. ‘Fode-me com a boca, João, mais forte!’ Ele obedeceu, dois dedos dentro, curvados no ponto G, enquanto a língua rodava. Gozei ali, gritando, o corpo a convulsionar, sumo a escorrer pela boca dele.
O Sexo Selvagem no Iate: Luxo e Luxúria Total
Levantei-o, rasguei a camisa, beijei o peito largo. O caralho dele saltou das calças, grosso, veias pulsantes, pré-gozo na ponta. ‘Chupa-me, puta elegante’, ordenou. Engoli-o todo, a boca esticada, garganta funda, saliva a pingar. Ele fodia a minha boca, mãos na cabeça, grunhindo. ‘Que boquinha gulosa.’ Tirei-o, pus-me de quatro no deck, rabo empinado. Ele cuspiu na cona, enfiou o caralho de uma vez, fundo, batendo no útero. ‘Ahhh, fode-me assim, rasga-me!’ Cada estocada violenta, bolas a bater no clitóris, suor a misturar-se com o sal do mar. Virei de barriga para cima, pernas nos ombros dele, ele martelava, mamilos a ser torcidos. ‘Goza dentro, enche-me de porra!’ Ele acelerou, rugiu, jorrou quente, enchendo-me até transbordar.
Ficámos ali, ofegantes, o iate a balançar. Ele limpou-me com a língua, beijando o esperma que escorria. ‘Foi épico, Ana. Luxo assim não se esquece.’ Eu sorri, corpo dormente de prazer, o cheiro de sexo no ar quente. De volta à villa, banho de água quente com óleos essenciais, champagne gelado. Senti-me rainha, privilegiada. Essa noite foi um sonho vivo – hotel de estrelas, jet, iate, caralho selvagem no luxo. Quero mais. Já.