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Minha Noite de Luxo e Luxúria Selvagem num Hotel 5 Estrelas em Lisboa

Há três meses, devorava histórias quentes online. Uma me pegou de jeito. O autor, um homem misterioso, parecia ler minha mente safada. Escrevi pra ele, elogiando. Respondeu rápido, mandou um texto personalizado com meu nome. Meu corpo arrepiou. Pedi mais, ele quis o meu. Mandei minha fantasia mais louca: sexo com desconhecido num lugar top. Ele adorou. Propôs: ‘Vamos tornar real. Jet privado pra Lisboa, hotel 5 estrelas, depois iate na Algarve.’ Meu coração disparou. Aceitei.

O dia chegou. O jet aterrissou suave no aeroporto privado. Cheiro de couro novo e jasmim no ar. Ele me esperava no Bentley preto, terno impecável Armani. ‘Inês, finalmente’, sussurrou, olhos famintos. Subi, mão dele na minha coxa, seda do vestido roçando a pele. No Four Seasons Lisboa, suíte presidencial. Vista pro Tejo piscando à noite. Champanhe Dom Pérignon gelado, morangos mergulhados em chocolate belga. Brindamos. ‘Você é mais gostosa que imaginei’, disse, voz rouca. Beijei-o devagar, provando uísque no hálito. Mãos dele subindo minhas costas nuas. Calor português úmido na varanda, brisa marinha. Tirei o vestido, lingerie La Perla preta. Ele gemeu. ‘De joelhos, Inês.’ Meu sexo pulsou.

A Chegada Explosiva ao Paraíso de Luxo

Empurrei-o na cama king size, lençóis de seda egípcia frios na pele quente. Desabotoei a camisa dele, lambi o peito suado, cheiro de Creed Aventus inebriante. Calça dele apertada, pau duro marcando. ‘Quero te chupar até implorar’, murmurei. Ajoelhei, nariz roçando o volume. Desci a cueca, pau grosso saltando, veias pulsando, pré-gozo brilhando. Olhei nos olhos dele, língua traçando a glande devagar. ‘Caralho, que boca safada’, grunhiu. Lambi do saco às bolas, chupando cada uma, mão apertando a base. Ele agarrou meu cabelo. Engoli até a garganta, baba escorrendo, garganta apertando. ‘Fode minha boca, Inês.’ Bombei rápido, gemendo vibrando no pau dele. Dedos meus na buceta encharcada, molhada de tesão. Ele se masturbava assistindo, ‘Sua puta luxuosa’.

O Clímax Selvagem e a Luxúria Desenfreada

Levantei, joguei-o na cama. Montei, buceta roçando o pau. ‘Enfia em mim agora.’ Ele obedeceu, pau esticando minhas paredes, preenchendo fundo. Rebolava devagar, tetas balançando, mamilos duros roçando o peito dele. ‘Mais forte, fode como animal.’ Acelerou, mãos nas minhas nádegas, tapa ecoando. ‘Tua buceta é um vício, tão apertada e molhada.’ Gemi alto, unhas cravando as costas dele. Virei de quatro, espelho mostrando tudo: pau entrando e saindo, creme branco escorrendo. ‘Goza dentro, enche minha buceta.’ Ele urrou, jatos quentes inundando, corpo tremendo. Eu gozei atrás, contrações sugando cada gota. Colapsamos, suor misturado, cheiro de sexo e luxo.

Depois, deitados na seda amassada, ele acendeu charuto cubano, vinho tinto decantado. ‘Foi melhor que tua história, Inês.’ Ri, traçando o pau mole. ‘Quero mais. Iate amanhã?’ Ele sorriu. ‘Escreve outra fantasia. Se me excitar, levamos pro yacht na Algarve.’ Beijei-o, sentindo o privilégio. Uma noite assim? Só pros sortudos. Meu corpo ainda formigava, buceta dolorida de prazer. Volto pra isso sempre. Quem diria que palavras viram gozo real num paraíso assim?

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