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Minha Noite de Luxo e Luxúria no Iate da Algarve

Saí do spa do Tivoli Avenida Liberdade, o ar quente de Lisboa a envolver-me como um beijo úmido. Perfume Chanel No. 5 pairando na pele, vestido de seda preta colando-se às curvas. No bar do lobby, luzes douradas, jazz suave. Ele estava lá, António, uns 65 anos, fato Tom Ford impecável, cabelo grisalho, olhos negros famintos. Vinha do cardiologista, resmungando. ‘Este idiota não me dá Viagra’, murmurou para o copo de porto tawny.

Sentei-me ao lado, pernas cruzadas, salto alto roçando o seu tornozelo. ‘Precisa de algo mais forte que pílulas, querido.’ Ele virou-se, surpreso. Cheiro de colônia Creed, couro italiano. Falámos. Casado há 40 anos, mulher ‘desleixada’, desejo apagado. Eu, Paula, 30 anos, ruiva natural, pele leitosa salpicada de sardas, solteira e faminta por luxo. ‘Vem comigo para o meu iate na Algarve. Jato privado espera no aeroporto.’ Hesitou. Eu sorri, mão no seu joelho. ‘Sem arrependimentos.’ Beijei-lhe a mão, unhas vermelhas brilhando.

O Encontro Elétrico no Hotel de Lisboa

No jato Gulfstream, champanhe Veuve Clicquot gelado. Calor da noite portuguesa infiltrava-se pelas janelas. Dedos dele na minha coxa, seda escorregando. ‘Estás tão macia.’ Eu gemi baixinho, língua no seu pescoço salgado. Chegada à marina de Vilamoura ao pôr do sol, iate de 50 metros, deck de teca polida, tripulação discreta. Villa privada ao fundo, mas fomos directos ao mar.

No deck superior, lua cheia, ondas lambendo o casco. Ele despiu-me devagar, ar quente nos seios pequenos, mamilos rosados endurecendo. ‘Que cona perfeita, depilada, rosada.’ Deitei-me na espreguiçadeira de couro, pernas abertas. Dedos dele explorando, cheiro a mar e excitação. ‘Estás molhada, Paula.’ Lambi os lábios, provei o sal. Chupei o seu caralho grosso, veias pulsantes, 18 cm de pau maduro. ‘Fode a minha boca, António.’ Engoli até à garganta, bolas peludas no queixo. Ele gemeu, mãos no cabelo ruivo.

Explosão de Prazer no Iate da Algarve

Virou-me de quatro, bunda empinada. ‘Vou comer-te toda.’ Entrou de rompante, cona esticada, sumos escorrendo pelas coxas. Fodia forte, bolas batendo no clitóris inchado. ‘Mais fundo, rasga-me!’ Gritei, unhas cravadas na teca. Virou-me, pernas nos ombros, pau a martelar o útero. ‘Goza na minha boceta, enche-me de porra.’ Ele acelerou, suor misturado ao meu perfume. Eu esfregava o clitóris, ondas de prazer. Gozei primeiro, jatos quentes esguichando, corpo convulsionando. Ele explodiu, porra grossa inundando-me, escorrendo.

Ficámos ali, ofegantes, estrelas acima, mar balançando suave. Mão dele na minha bunda, beijo lento, gosto a sal e sêmen. ‘Não preciso de Viagra contigo, minha viagra viva.’ Ri, peito arfando. No jacuzzi da villa depois, vinho moscatel gelado, pele ainda a tremer. Senti-me rainha, privilegiada. Um homem de luxo, eu de desejo puro. Voltaremos. O calor português nunca mentiu.

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