Acabei de voltar dessa viagem inesquecível. Aos 42 anos, sinto-me no auge, com os meus 1,70m, olhos azuis e cabelos loiros que ainda voltam cabeças. O meu Vincent adora quando me solto, mas o trabalho consumia-me. Uma promoção exigiu uma formação em Lisboa. Com a crise, hotéis cheios. Lembrei-me do Ricardo, um homem maduro, elegante, magnético, de uma aventura há um ano. Contactei-o. Ele, generoso, ofereceu o Ritz, o melhor 5 estrelas da cidade, e um iate na Algarve depois.
Cheguei de jet privado, o cheiro a couro novo e champanhe a envolver-me. O lobby do Ritz era puro luxo: mármore reluzente, lustres de cristal, o perfume subtil de jasmins frescos. Ricardo esperava-me, fato impecável, sorriso devastador. ‘Bem-vinda, minha musa’, disse, beijando a minha mão. Subimos ao suite presidencial. A vista para o Tejo ao pôr do sol, a cama king size com lençóis de seda egípcia. Tirei o casaco, o vestido justo realçando as minhas curvas. Ele abriu uma garrafa de Dom Pérignon, o fizz crocante na língua, bolhas dançando.
A Atmosfera Luxuosa e a Tensão Crescente
Sentámo-nos no terraço, a brisa quente lisboeta acariciante na pele. Falámos de tudo: o meu Vincent, que incentivou isto, as paixões dele pelo vinho e iates. Os seus olhos devoravam-me. ‘Estás mais radiante’, murmurou, mão roçando a minha coxa. Senti o calor subir, os mamilos endurecendo sob o vestido de seda. Hesitei… mas o vinho solta. Desabotoei um botão, revelando o decote. Ele sorriu, predador. ‘Queres explorar, Patricia?’ A tensão era eléctrica, o ar carregado de desejo.
Jantámos no quarto, ostras frescas, o salgado misturado com limão, velas tremeluzindo. Levantei-me para servir, inclinei-me, o vestido abrindo, seios quase expostos. Ele gemeu baixo. ‘Não resisto mais.’ Puxou-me para o colo, beijo faminto, língua invadindo. As mãos dele na minha nuca, descendo para apertar as nádegas. Tirei o vestido, nudez só com tanga de renda. Ele despiu-se, o pau já meia-bomba, grosso, veias pulsantes.
Deitei-me na cama de seda, ele ajoelhou-se. ‘Quero provar-te.’ Língua no meu triângulo de pelos aparado – fiz de propósito para ele, vintage sexy. Chupei os lábios, clitóris inchado, mel escorrendo. ‘Estás encharcada, caralho.’ Gemidos meus ecoavam. Ele lambeu voraz, dedos fodendo-me devagar. Gozei tremendo, unhas cravadas nas costas dele.
O Acto Selvagem e o Prazer Intenso
Agora era a minha vez. Ajoelhei-me, pau dele na cara, cheiro almiscarado excitante. Lambi o glande salgado, bolas pesadas. Engoli inteiro, garganta funda, saliva escorrendo. ‘Assim, puta linda, chupa forte.’ Branquei rápido, punho apertado, boca sugando. Ele agarrou o meu cabelo, fodia a boca. ‘Vou gozar nos teus peitos.’ Tirei-o, jatos quentes, espessos, pintando os meus mamilos rosados, escorrendo pela barriga. Tanto porra, gentleman mas selvagem.
Depois, no quarto ainda a cheirar a sexo, mandei video ao Vincent. Torso nu, porra seca no pescoço – esqueci de limpar. Masturbei-me para ele, dedos na cona molhada, gozo convulsivo. Ele adorou. Ricardo beijou os meus seios melados, beliscou um mamilo, faísca eléctrica. Dormi exausta, corpo saciado.
No dia seguinte, iate na Algarve esperava, mas essa noite no Ritz foi puro privilégio. Sinto-me viva, desejada, sem arrependimentos. O luxo amplifica o prazer – seda na pele, champanhe no gozo. Volto a ser amante, mulher sem limites. O Vincent agradece, eu também.