Cheguei a Lisboa de jato privado, o ar condicionado fresco misturado ao perfume de jasmim da noite portuguesa. Henrique me esperava no hotel cinco estrelas, o Pestana Palace, com sua elegância fria. Ele me levou direto à suíte presidencial, onde o champanhe Dom Pérignon borbulhava no copo de cristal. ‘Bem-vinda, minha querida’, disse ele, os olhos devorando meu vestido de seda preta colado à pele suada pela viagem.
No dia seguinte, voamos para o Algarve no seu jato. A villa de luxo em Lagos era um sonho: piscina infinita com vista para o mar, terraço iluminado por velas. Depois de um passeio de iate, mergulhamos na piscina. Eu deixei cair o robe, revelando meu biquíni fio dental que mal cobria os mamilos duros e a cona depilada. Henrique, em short justo, mostrava o pau semi-ereto, pernas de cavaleiro arqueadas, corpo atlético apesar dos anos. Na água morna, ele se aproximou. Sua mão nos meus cabelos molhados, descendo pela nuca. Colou o baixo-ventre no meu, apertando minhas nádegas. O dedo dele escorregou pela racha do cu, roçando o ânus úmido, depois a entrada da cona latejante. Subiu devagar. Eu tendi os lábios para um beijo… nada. ‘Vou preparar o jantar. 21h na varanda’, murmurou, saindo.
A Tensão Sensual no Hotel de Luxo
Frustrada, saí da água, o sol poente tingindo minha pele bronzeada. No jantar, sob as estrelas, mesa posta com lagosta e vinho verde pétillant. Eu usava um vestido curto negro, sem calcinha, coxas expostas. Ele, jeans e blazer casual. Nossas pernas se roçavam, cotovelos tocavam. O mordomo, um mulato gato de olhos impénétraveis, servia em silêncio. Conversa sobre vinhos, iates, Lisboa noturna. Ele evitou qualquer menção ao toque na piscina. ‘Você gostou das minhas cavalariças ontem?’, perguntou de repente, olhos nas minhas coxas. ‘Tanto quanto você adora, Henrique. Você me mostrou isso ontem à noite.’ Ele sorriu. ‘Quero que me chupe agora. Você está excitante.’
A mão dele na minha coxa, abrindo a braguette. O caralho saltou, grosso, veias pulsantes, cabeça vermelha inchada. Meu coração acelerou. Eu sonhava com isso. A pressão leve na nuca. Por quê resistir? Inclinei-me, lábios nos glande, gosto salgado de pré-gozo. Chupei devagar, língua rodando, descendo a haste babada. Apertei as bolas pesadas, massageando. Ele gemia baixo, mão na minha trança. ‘Para! Quero mais.’ Bebemos vinho, ele me puxou para a grade da varanda. Mãos na barra, ele ergueu o vestido, expondo minhas nádegas firmes, cu piscando, cona encharcada. O mordomo ali, olhando impassível. Aquilo me incendiou.
O Clímax Selvagem e o Depois Divino
Henrique se agachou, nariz na minha racha, inalando o cheiro de cona suada e mar. Língua gulosa nas lábios inchados, furando o buraco quente. Eu cambreei, gemendo como cadela. Ele se ergueu, pau duro como ferro. Mão no ombro, enfiou o glande, depois tudo. ‘Ah, fode-me!’, gritei. Ele bombava violento, bolas batendo nas minhas coxas, mãos nas ancas. O mulato via tudo, pau provavelmente enorme no calção. Eu gozei primeiro, cona apertando, visão explodindo em cores, uivando. Ele jorrou porra quente dentro, enchendo-me. ‘Sentes-me gozar?’, pensou alto.
Ele saiu devagar, admirando o creampie escorrendo. Abotoou as calças, entrou. Eu, ofegante, segui. No salão, armagnac nos copos. ‘Para as nossas emoções’, brindou, beijando minha mão. Finalmente terno, me despiu, levou à ducha. Água quente, beijos profundos, pau endurecendo no meu ventre. Na cama king size, fez amor lento: penetrando suave, beijando pescoço, mordendo orelhas. Gozei de novo, pernas nos seus rins. Ele veio, esgotado. Nu, trouxe o armagnac, pau mole balançando. ‘Queres mais?’, provocou. ‘Insaciável, seu velho safado.’ Dormimos entrelaçados, cheiro de sexo e luxo na ar. Privilégio puro, uma noite além do comum.