Acabei de voltar dessa viagem insana. Eu, Inês, 22 anos, portuguesa de Lisboa, com minha amante Sofia, uma morena elegante de 28. Chegamos de jet privado ao hotel 5 estrelas no Chiado. O ar cheirava a jasmim e sal do Tejo. No quarto, lençóis de seda italiana roçavam minha pele nua. Brindamos com champanhe Veuve Clicquot, bolhas frias explodindo na língua, a noite quente de verão nos envolvendo.
Meu laptop pifou – desastre total pros meus projetos. Sofia ligou pro Rui, um guru da informática que ela conhece, todo chique, daqueles que exalam colônia Creed Aventus, amadeirada e cara. Ele veio no dia seguinte, sábado, consertou tudo em meia hora. ‘Não quero dinheiro’, disse ele, olhos brilhando. ‘Quero um show particular.’ Sofia riu, eu corei. ‘Strip-tease das duas, e jantar com garçonetes topless.’ Aceitamos. Ele salvou minha pele.
A Chegada ao Paraíso e a Tensão Crescente
Uma hora depois, no terraço privativo, música suave de fado eletrônica. Vestidas em lingerie La Perla, nos despimos uma à outra. Minhas mãos tremiam desabotoando o sutiã dela, seios fartos saltando livres. Ela fez o mesmo comigo, mamilos endurecendo no ar morno. Culotes de renda escorregando devagar, minhas nádegas expostas, a brisa do rio lambendo minha buceta já úmida. Rui suava, pau marcado na calça. Corríamos pra cozinha, só aventais, peitos balançando, servindo lagosta e vinho verde gelado. Ele gemia baixo, ‘Vocês são deusas.’
No dia seguinte, jet pra Algarve. Iate privativo ancorado na baía de Lagos, villa de luxo ao lado. Noite caiu, estrelas refletindo no mar negro. Champanhe de novo, o cheiro de maresia misturado ao perfume dela, tuberosa inebriante. Sofia confessou: ‘Quero te ver com ele, Inês. Minha bissexual favorita.’ Eu, aberta pro mundo, assenti. ‘Mas devagar, amor.’ Rui chegou de lancha, bronzeado, músculos definidos.
No deque iluminado por velas, nos despimos de novo. Ele nos comeu com os olhos. Sofia pegou os dildos que compramos em Lisboa – um pequeno de látex, outro grosso com base de couro. ‘Vamos preparar ela’, disse pra ele. Eu deitei na cama king size da suíte master, pernas abertas. O ar salgado entrava pela janela. Sofia untou meu cu com lubrificante gelado, dedos circulando o anel rosado. ‘Relaxa, minha putinha luxuosa.’ Rui chupava minha buceta, língua rodando no clitóris inchado, dedinhos na entrada do cu. Eu gemi, ‘Ai, caralho, que delícia.’
O Êxtase Selvagem no Iate
Ela enfiou o dildo fino. Entrei devagar, preenchendo meu cu virgem. Gozei na hora, corpo convulsionando, suor misturado ao óleo de massagem Tom Ford. ‘Mais’, implorei. O grosso veio, dilatando tudo. Rui meteu na minha boceta, missionário, depois de quatro. ‘Que cona molhada, Inês.’ Dedos dele no cu, eu tremia. ‘Não no cu ainda’, disse, mas o desejo queimava.
Sofia lambeu meu cu enquanto ele me fodia. Colocaram preservativo nele. Eu sobre ela, de bruços, buceta na boca dela. Rui pressionou o caralho no meu cu. Dor aguda no glande, depois prazer lancinante. ‘Vai, fode meu cu, Rui!’ Ele empurrou, bolas batendo nas minhas nádegas. Movimentos lentos, eu gritava, ‘Porra, que tesão!’ Gozei explosiva, cu apertando a pica dele, Sofia chupando meu clitóris. Ele saiu, gozou nas nossas tetas, porra quente escorrendo.
Depois, 69 entre nós, línguas na buceta e cu, ele assistindo, pau endurecendo de novo. Fodeu Sofia no cu dela, eu lambi os ovos dele. Gozamos juntas, ondas intermináveis.
De manhã, no iate balançando suave, café com vista pro Atlântico. Corpos doloridos, mas saciados. ‘Foi divino’, disse Sofia, beijando minha boca com gosto de sexo. Rui sorriu, ‘Vocês são viciantes.’ Senti-me rainha, privilegiada nesse luxo selvagem. Nunca mais serei a mesma – o cu arde de prazer, a alma de êxtase. Portugal dos deuses, dos desejos sem freio.