Acabei de chegar de jet privado de Lisboa. O ar quente do Algarve envolve-me, cheiro a mar e jasmim. A villa familiar é um sonho: piscinas infinitas, mármore branco, vistas para o oceano. Meus pais, católicos tradicionais, sempre impecáveis em linen fresco. Eu, Inês, 20 anos, bronzeada, num vestido de seda leve sem nada por baixo. Os meus mamilos endurecem com a brisa. Ele, o meu amante de 35 anos, alto, elegante em fato Tom Ford, chega pontual. Sinto o perfume dele, Creed Aventus, inebriante.
A família alinha-se no hall. Pais chocados com a diferença de idades, irmãos curiosos. A mais nova pisca-me o olho, coquete. Eu desço as escadas como um furacão, pés descalços, cona exposta se olharem bem. Mãe franze o sobrolho, pai diplomático. Beijo-o na boca, unhas roçando a bragueta dura. Ele está nu por baixo, sei. ‘Meu amor, faltaste-me’, sussurro, colando-me a ele. A família sente a química explosiva.
Chegada à Villa e Tensão Sexual no Paraíso Algarvio
Ofereço o colar de submissa ali, na sala de cristal com Dom Pérignon. ‘És minha’, diz ele, fechando-o no meu pescoço. Mãos tremem. A minha boceta já molha, excitada como uma cadela. Irmão mais velho olha, compreende. Vejo nos olhos dele as sodomias violentas, a garganta fodida, os castigos. Tensão palpável, ar carregado de desejo.
Subimos. No quarto king size, cortinas de voile, vista yacht ancorado. Desço o vestido, nua, pele dourada. Ele no sofá de couro, nu, caralho erguido. Sento-me aos pés dele, roçando a perna. ‘Quero chupar-te’, imploro. ‘Não. Monta-me devagar.’ Empalo-me, cona apertada engolindo-o todo. Beijo o pescoço, tórax, dedos leves como pluma. Movimentos lentos, mamilos roçando o peito dele. ‘Assim, lenta, como uma puta apaixonada.’ Gemo baixinho, haletante.
Batida na porta. Irmão: ‘Mãe chama!’ Ele abre, eu continuo ondulando, olhos nos dele. Aperta-me a garganta, acelero. ‘Estou a gozar!’, grito, cona contraindo no caralho. Irmão paralisa, vê-me empalada, colar brilhando, gozando como vadia. Porta fecha, eu tremo de prazer.
Luxúria Selvagem e Orgasmos à Vista da Família
‘Nu ou vestida?’, pergunto para o chá. ‘De quatro na janela.’ Cambrada, cu exposto. Ele lubrifica com saliva, enfia o caralho seco no meu cu. ‘Aaaah!’, grito de dor e desejo. Fode forte, mãos no cabelo, puxando. ‘Diz que adoras o cu arrombado!’ ‘Adoro o teu caralho no meu cu, fode-me!’, urro. Vozes lá em baixo param. Mãe: ‘Tudo bem aí em cima?’ Gozo anal, pernas a tremer, suor misturado ao cheiro de sexo e mar.
De volta aos pés, chupo gulosa. Batida. Pais entram. Ele força a garganta, tapa-me as nádegas. ‘Olhem a minha puta’, diz sereno. Mãe grita, pai pálido. Ele goza na minha cara, esperma quente escorrendo no colar, boca, tetas. ‘Perfeita’, murmura.
Agora, nua, repimpada na cama de 500 fios, saboreio o vinho pétillant. Família chocada, mas eu? Privilegiada. Vivi luxo e luxúria num paraíso. Ele é meu, eu sou dele. Sem tabus, só prazer eterno. A noite algarvia aquece-me a alma.