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Minha Surpresa Erótica na Villa de Luxo em Algarve

Acabei de chegar à minha villa de luxo em Algarve, depois de meses separados. O jato privado me deixou no heliporto próximo, o iate ancorado na praia privada balança suavemente. Entro, o ar cheira a jasmim e maresia quente. Descalço os chinelos de cetim, a sola fria do mármore italiano sobe pelos pés. Abro o champanhe Veuve Clicquot, o borbulhar fresco enche o copo. Bebo devagar, o gosto ácido e doce na língua. A separação foi um erro, penso. Ele… o meu ex, o homem que me faz tremer. Desço para o quarto principal, a cama king size coberta de lençóis de seda egípcia, translúcidos contra a pele. A vista para o Atlântico, a lua prateada na água. Tiro o robe de cashmere, fico nua. O espelho reflete o meu corpo: seios firmes, curvas suaves, a cona já húmida de desejo. Deito-me, as pernas abrem-se devagar. A mão direita desce, os dedos roçam o clitóris inchado. Ah… um gemido escapa. Penso nele, no seu pau grosso, na forma como me fodia sem piedade. Acelero, dois dedos entram na cona molhada, quente, escorregadia. O cheiro do meu próprio tesão mistura-se ao perfume Chanel No. 5 na mesa de cabeceira. A outra mão aperta o mamilo, dói de prazer. Estou perto, o corpo arqueia-se, a respiração ofegante. Um rangido no corredor… pareço ouvir. Imaginação? Não, passos leves. O coração acelera. Alguém entra? Medo e excitação misturam-se. ‘Quem está aí?’, sussurro, mas continuo, os dedos mergulham mais fundo.

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Os olhos abrem-se, e lá está ele. Nu, o pau ereto apontando para mim, o corpo bronzeado pelo sol de verão. ‘Surpresa, minha amor’, diz com voz rouca. Reconheço-o no instante, o orgasmo explode sem aviso. ‘Porra… sim!’, grito, o corpo convulsa, o squirt molha os lençóis de seda. Ele avança, os olhos famintos. ‘Estavas a pensar em mim, não?’, ri, ajoelhando-se na cama. As mãos dele nas minhas coxas, a boca no meu pescoço, mordendo suave. ‘Sim… fode-me agora’, imploro. Ele vira-me de bruços, a bunda no ar, a cona exposta, pingando. Sinto a cabeça do caralho pressionar a entrada. ‘Estás tão molhada, caralho’, rosna, empurrando tudo de uma vez. Encho-me dele, grosso, latejante, batendo no fundo. Grito, as unhas cravam nos lençóis. Ele fode forte, as bolas batem no clitóris a cada estocada. ‘Mais rápido, porra!’, urro. Viro-me, monto-o, o pau desliza fundo. Cavalgo selvagem, os seios balançam, ele chupa-os, morde os mamilos. ‘Vou gozar na tua cona’, diz, as mãos nas minhas nádegas. Acelero, sinto-o inchar. ‘Juntos!’, mando. Ele explode, jatos quentes enchem-me, o meu orgasmo segue, apertando-o, leite-me como uma puta. Caio sobre ele, suados, ofegantes. Mas não para. Ele vira-me de novo, a língua na cona, lambendo o nosso gozo misturado. ‘Sabes tão bom’, murmura. Chupo o pau dele, ainda duro, salgado de nós. Ele geme, fode a minha boca. Segunda ronda: de lado, perna no ar, ele martela, o clitóris roçado pelo polegar. Gozo de novo, squirt no peito dele. Ele goza na minha boca, engulo tudo, lambendo os lábios.

A Tensão Crescente na Noite Quente de Algarve

Ficamos ali, enrolados nos lençóis encharcados, o champanhe agora morno na mesa. Ele acaricia o meu cabelo, ‘Voltaste para mim?’. Sorrio, ‘Esta villa, este iate… tudo nosso agora’. O corpo dói de prazer, a pele marca de mordidas. Olho o mar pela janela, a brisa quente entra. Privilégio puro: luxo e luxúria num só. ‘Tens fome?’, pergunto. Os pastéis de nata que pedi estão frios na cozinha. Rimos. Estes momentos… raros, eternos. Amo esta vida, este homem. O que faremos nos próximos anos? Só prazer.

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