Acabei de voltar dessa loucura. Meu corpo ainda treme. Lisboa, no Four Seasons, quarto com vista para o Tejo. Cheiro de jasmim da noite portuguesa misturado ao perfume dele, Chanel Allure Homme. Ele, Ricardo, rico como o diabo, chegou de jato privado de Paris. Olhos castanhos, terno Armani colado ao corpo musculado. ‘Vem comigo pro Algarve, minha puta elegante’, sussurrou no meu ouvido, mão na minha bunda por baixo do vestido de seda preta.
Bebemos champanhe Dom Pérignon na varanda. Bolhas estourando na língua, calor úmido da noite lambendo minha pele. Ele me puxou pro colo, beijou meu pescoço. ‘Sinto tua buceta molhada pela seda’, disse, dedo roçando o clitóris. Eu gemi baixinho. Hesitei? Não. Sou portuguesa, fogo no sangue. ‘Me leva, Ricardo. Quero teu pau no meu cu essa noite.’
O Encanto Luxuoso e a Tensão Crescente
Jet privado nos esperava no aeroporto. Couro italiano nos assentos, vinho rosé gelado. Ele me fez ajoelhar no chão acarpetado. ‘Chupa devagar, Maria.’ Tirei o pau dele, grosso, veias pulsando. Lambi a glande salgada, engoli até a garganta. Avião decolando, eu engasgando no gozo dele. Ele riu. ‘Boa menina.’ Chegamos ao Algarve ao pôr do sol, iate branco ancorado na baía de Lagos.
No deck, brisa salgada, luzes douradas refletindo no mar. Eu nua, só salto alto Louboutin. Ele me untou com óleo de trufas, massageando meus peitos fartos. Mamilos duros como pedras. ‘Tua pele é seda pura’, murmurou, mordendo. Minha buceta latejava. Desci as escadas pro quarto principal, lençóis de linho egípcio. Ele me seguiu, pau duro balançando.
Villa de luxo esperava na praia privada. Piscina infinita, velas aromáticas de oud. Mas no iate, a tensão explodiu primeiro. Ele me jogou na cama king size. ‘Abre as pernas, vadia.’ Lambeu minha buceta devagar, língua no clitóris inchado. ‘Tão molhada, cheiro de puta no cio.’ Eu arqueei, unhas nas costas dele. ‘Fode minha boca agora.’ Ele enfiou o pau, fodendo minha garganta. Saliva escorrendo, eu engasgando, amando.
O Clímax Selvagem no Iate e na Villa
Virou de quatro. ‘Teu cu é meu.’ cuspiu na entrada rosada, enfiou devagar. Dor misturada a prazer, eu gritando: ‘Mais fundo, caralho!’ Ele bombava forte, bolas batendo na buceta. Puxou meu cabelo, tapa na bunda vermelha. ‘Goza no meu pau.’ Eu gozei jorrando, squirt molhando os lençóis. Ele acelerou, ‘Vou encher teu cu de porra.’ Gozou quente, escorrendo pelas coxas.
Não parou. Me levou pra piscina do iate, água morna à noite. Eu cavalguei ele na borda, peitos balançando. ‘Chupa meus mamilos, Maria.’ Mordi forte, ele gemeu. Dedos no meu cu gozado, fodendo os dois buracos. Outra gozada minha, corpo convulsionando. Depois, na villa, deitamos na cama balinesa. Ele me comeu de lado, pau na buceta, dedos no cu. ‘Tu és minha rainha puta.’ Gozamos juntos, suor misturado ao cheiro de sexo e mar.
Agora, sozinha no hotel em Lisboa, bebo vinho verde gelado. Corpo dolorido, mas saciado. Privilégio de quem vive assim: luxo que vira luxúria pura. Sinto o esperma seco na pele, sorrio. Foi além do sonho. Quero mais. Ele liga: ‘Volta pro iate amanhã?’ Sim, porra. Sempre.