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Noite de Luxúria com Meu Antigo Amante no Hotel de 5 Estrelas em Lisboa

Eu sou Mariana, uma portuguesa de 45 anos, louca por luxo e sexo sem tabus. Ontem à noite, no Four Seasons de Lisboa, o ar cheirava a jasmim da noite quente e ao perfume Creed Aventus dele. Convidei Valentino, meu ex-amante italiano, e o amigo dele, Robert, para discutir um projeto web. Fazia anos que não nos víamos. Ele chegou com óculos finos, camisa de linho branca colada ao peito musculado, e eu… num vestido de seda preta que roçava minha pele como um sussurro.

O restaurante era puro glamour: lustres de cristal, taças de champanhe Dom Pérignon borbulhando, gelado e doce na língua. Robert, gay e fofo, falou do site, mas meus olhos devoravam Valentino. ‘Mariana, ainda me fazes tremer’, murmurou ele, mão roçando a minha debaixo da mesa. Senti o calor subir, a umidade entre as coxas. O vinho tinto do Douro aquecia o sangue, e o olhar dele… ah, prometia foder-me como antes. Robert percebeu a eletricidade e inventou uma desculpa pra sair cedo. Ficámos sós.

A Tensão no Jantar Exclusivo do Hotel

‘Queres vir à minha suite?’, perguntei, voz rouca. Ele sorriu, predador. Subimos no elevador privativo, o silêncio pesado, só o som dos saltos e a respiração acelerada. Na suite presidencial, vista para o Tejo iluminado, a cama king size com lençóis de 1000 fios esperava. Descalcei os sapatos, o carpete felpudo sob os pés. Ele aproximou-se, cheiro de colônia misturado ao suor sutil. ‘Sempre foste a minha puta elegante’, disse, mãos nas minhas ancas, puxando-me contra a ereção dura no fato.

Beijámo-nos famintos, línguas dançando, gosto de vinho e desejo. Arrancou o vestido, expondo meu corpo maduro, seios 95D pesados em renda preta. ‘Porra, que mamas perfeitas’, gemeu, chupando um mamilo até doer de prazer. Eu desabotoei a camisa dele, dedos traçando o abdómen definido de anos de ginásio. A calça caiu, revelando a pica grossa, veias pulsantes, pré-gozo brilhando no glande. ‘Chupa-me, Mariana’, ordenou. Ajoelhei-me, boca faminta engolindo-o inteiro, garganta apertando, saliva escorrendo. Ele fodia a minha boca, mãos no cabelo, grunhindo ‘Assim, caralho, engole tudo’.

O Êxtase Selvagem na Suite Presidencial

Levantou-me, atirou-me na cama. Rasgou a renda, língua no meu cona molhado, lambendo o clitóris inchado, dedos enfiados fundo, curvando no ponto G. ‘Estás encharcada, safada’, riu. Montei nele, pica escorregando na minha entrada quente. Desci devagar, gemendo alto ao senti-lo preencher-me, esticando as paredes. Cavalguei selvagem, seios balançando, unhas nas costas dele. ‘Fode-me forte!’, implorei. Virou-me de quatro, pau batendo fundo, bolas chapinhando na minha excitação. ‘Vou gozar no teu cu apertado’, ameaçou, dedo no ânus lubrificado pela minha baba.

O orgasmo veio em ondas, cona contraindo na pica dele, gritando ‘Sim, Valentino, enche-me!’. Ele acelerou, rugindo, jatos quentes no preservativo, corpo colapsando no meu. Ficámos ofegantes, suor misturado, cheiro de sexo preenchendo o quarto.

Depois, deitados na varanda, champanhe gelado na pele, ele sussurrou: ‘Amanhã, jet privado pro meu iate na Algarve’. Senti-me rainha, privilegiada, saciada. Aquela noite foi luxo puro: hotel de milhões, desejo cru, prazer eterno. Valeu cada segundo.

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