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Noite de Luxúria no Clube Exclusivo de Lisboa

Ai, meninas, ainda sinto o corpo a tremer. Acabei de voltar dessa loucura no Algarve. Leila e o Miguel nos convidaram, eu e o Pedro. ‘Vamos fugir num jet privado’, disse ela, piscando. De Lisboa direto para Faro, o ronco suave dos motores, champanhe gelado na mão, o couro dos bancos a cheirar a luxo. Aterrámos e fomos para o iate ancorado na marina exclusiva. Noite quente portuguesa, brisa salgada, perfume de Leila – Chanel No. 5, intenso, provocante.

A villa ao lado era 5 estrelas pura: piscina infinita, mármore frio sob os pés descalços. Vestimos robes de seda, macios como pele de amante. ‘O clube é aqui perto, discreto, só para VIP’, sussurrou Leila. Eu e Pedro trocámos olhares nervosos, mas excitados. Eh… tínhamos mudado, sim. Depois daquela semana a foder no jardim, no carro, no supermercado… queríamos mais. Chegámos ao clube no iate – sim, eles têm isso, exclusivo. Luzes tamisadas, jazz suave, casais elegantes em toalhas brancas. Champagne Dom Pérignon, bolhas a rebentar na língua, fresquinhas.

A Chegada ao Paraíso de Luxo e Desejo

Sentámo-nos nos sofás de veludo. Leila, curvilínea, pele morena, ria alto. ‘Vão ver, é classe pura.’ Dançámos depois. Eu na minha robe fina, sem nada por baixo, tecido a roçar os mamilos duros. Pedro olhava, sorria. Dois homens aproximaram-se por trás, mãos leves nas ancas. Calor subia, suor misturado com o sal do mar. ‘Queres ir espreitar?’, perguntei ao Pedro, mordendo o lábio. Ele assentiu, olhos brilhantes.

Subimos ao piso de casais. Corredores escuros, gemidos ao fundo. Parámos numa janela. Lá estava Leila: montada num caralho grosso, a foder forte, seios pesados a balançar. Um na boca, chupava gulosa, saliva a escorrer. Atrás, outro metia na cona dela, alternando com o de baixo. Miguel era um deles, fodia a boca da mulher com força. ‘Porra…’, murmurei, colando-me ao Pedro. Ele agarrou-me os seios, dedos a apertar os bicos. A outra mão desceu, robe aberta, tocou a minha cona molhada. Dedos entraram, quentes, rápidos.

Explosão de Prazer Cru e Selvagem

Eu gemia baixo, olhos fixos nela. Leila gritava: ‘Fode mais, caralho! Enche-me!’ Os paus pistavam, cona dela a engolir um, cuspo no outro. Eu tremia, clítoris inchado sob o polegar dele. ‘Vem, amor…’, ele acelerou, dois dedos dentro, a foder-me ali mesmo. Pernas fraquas, gozei forte, cona a pulsar, sumo a correr pela coxa. Beijei-o selvagem, língua dentro.

Ela virou-nos as costas, continuou a labirinto. Encontrámos alcova vazia, grande cama de satin. ‘Agora tu’, disse eu, empurrando-o. Desatei-lhe a robe, caralho duro, veias saltadas. Chupei, boca cheia, bolas na mão. ‘Porra, Inês…’, gemeu. Montei-o, cona escorregadia a engolir tudo. Fodi devagar, depois rápido, seios a bater na cara dele. Ele agarrou a bunda, meteu um dedo no cu. ‘Mais fundo!’, gritei. Mudámos: de quatro, ele fodia cona forte, palmadas na carne. ‘Goza na minha cara!’, pedi. Virou-me, meteu na boca, jorrou quente, porra a escorrer queixo.

Deitados depois, suor colados, champanhe ao lado. Leila apareceu, despenteada, sorridente. ‘Viram?’ Rimos. Sensação de elite, de quem vive o topo. Aquela noite… luxo e luxúria pura. Ainda sinto o gosto dele, o cheiro do mar. Querem mais? Foi só o começo.

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