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Noite de Luxúria: Minha Aventura Erótica com Ana de Lisboa ao Algarve

Acabei de regressar daquela viagem que me deixou a tremer. Eu, Mariana, lisboeta de 32 anos, obcecada por luxo e desejo, convidei a Ana para o Four Seasons. Ela, ruiva de 30, viúva há dois anos, olhos tristes de solidão. Chegámos de jet privado, o ar cheirava a couro novo e champanhe Dom Pérignon gelado. No suite presidencial, a vista para o Tejo à noite, quente e húmida.

Ajudei-a no banho de mármore italiano. Água a 38 graus, bolhas de espuma Chanel. ‘Está boa?’, perguntei, mão no seu rosto macio. ‘Perfeita… faz tanto tempo que ninguém me toca assim’, murmurou ela, voz rouca. Levantei-a, esfreguei-a com esponja de crin, da nuca às coxas. Pele rosada, seios fartos, cona ruiva bem aparada. Evitei ali, mas o desejo crescia. ‘Não fico com outro homem no corpo desde o meu marido’, confessou, olhos úmidos.

A Montante da Paixão no Hotel de Luxo

Enrolei-a na robe de seda egípcia, macia como um beijo. Secá-la foi tortura: curvei-me, beijei os mamilos rosados. ‘São perfeitos’, disse, pesando-os nas mãos. Virou-se ao espelho, robe aberta. ‘Olha para ti, feita para foder.’ Rimos, mas o ar crepitava. Beijámo-nos, línguas quentes, mãos nos seios. ‘Quero ver-te’, pediu ela, despindo-me a gandoura de linho. ‘Que coninha lisa… linda.’ Nuas, colamo-nos, pele a pele, cheiro a jasmim e desejo.

‘Vamos para o Algarve?’, propus. Jet esperava. Horas depois, iate ancorado na baía privada, villa de luxo com piscina infinita. Vinho pétillant rosé, morangos. No quarto king size, lençóis de 1000 fios, vista para o mar negro da noite. ‘Guia-me, nunca toquei uma mulher’, sussurrou Ana, nervosa.

O Clímax Selvagem na Villa Exclusiva

Deitei-a, beijei do pescoço aos pés. Chupei os mamilos duros, desci à barriga musculada. Cheirei a sua cona molhada, tesão puro. ‘Abre as pernas.’ Lambeu-me primeiro, tímida, língua no clitóris. Gemi alto, ‘Assim, caralho, chupa mais!’ Abri-me, ela enfiou a língua, dedos na boceta encharcada. Virei-a, 69: chupei a dela, salgada, inchada. Dedos no cu apertado dela, ela gritou de prazer.

Peguei o vibrador grosso, negro, no silicone premium. Liguei: zumbido baixo. ‘Quero-te como homem.’ Enfiei devagar na cona dela, vibrando forte. ‘Fode-me, Mariana, forte!’ Bombeava, clitóris exposto, ela arqueava. Dois dedos no cu, língua no clitóris: ‘Vou gozar, puta!’ Gozou em jatos, corpo convulso, gritando meu nome. Eu montei a cara dela, esfreguei até explodir, afogada no seu rosto.

Depois, abraçadas, suor e perfumes misturados. ‘Foi… divino’, ofegou ela. Eu sorri: ‘Só começámos. Amanhã, mais.’ Dormimos exaustas, mar a embalar. Acordei com o sol no Algarve, ela aninhada. Privilégio puro: luxo que vira luxúria selvagem. Nunca me senti tão viva, tão dona do meu corpo. Ana curou-se naquela noite; eu, viciei-me nela.

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