Era domingo à noite. Acabara de chegar de um fim de semana selvagem com Ricardo, num jato privado que nos levou até aqui. O Hotel Tivoli, em Lisboa, 5 estrelas puro luxo. Ele estacionou o carro no subsolo privativo, cheirando a couro novo e perfume Creed Aventus dele, que me deixa tonta. Pôs a mão na minha coxa, subindo devagar. ‘Relaxa, minha linda. Sentes-te tensa.’ ‘Sim, Ricardo… Depois de tudo, tenho medo do que vem.’ Ele ri baixo, puxa-me para um beijo profundo, línguas dançando, mão nos meus seios sob a blusa de seda, mamilos endurecendo. Sinto o pau dele pulsar no fato Tom Ford.
Saímos, ele com a mão na minha cintura, roçando as nádegas. No restaurante, luzes tamisadas, lustres de cristal, mesas com porcelana fina. Eu num vestido curto Tom Ford, sentindo olhares. Mas ele guia-me escada acima. Outra sala: íntima, pista no centro, casais já se tocando – mãos em decotes, coxas nuas. Mulheres como eu, vestidos leves; homens casuais chiques. Uma hostess alta, short de couro colado, camisa transparente mostrando peitos perfeitos, vem: ‘Boa noite. Mesa para dois?’
A Atmosfera Elétrica no Coração de Lisboa
Champanhe Dom Pérignon gelado, bolhas crepitando na língua. Sentamo-nos lado a lado na banquette de veludo. Mão dele na minha virilha, eu abro as pernas. Beijo molhado, dedos roçando a cona através da renda. ‘Aqui é livre, amor. Servem o mesmo menu de baixo, mas… sem freios.’ Servidora chega: Clara, 20 anos, só um fio dental vermelho, lábios da cona marcadas no tecido. Abre a garrafa, peitinhos firmes balançando. Depois Armand, mesmo fio, pau marcado.
Eles contam: harem da Madame Sofia, shows eróticos, foda entre eles. Ricardo confessa amar rapazes jovens, eu também agora. Mão na braguilha dele, pau duro. Comemos foie gras cremoso, tournedos suculentos, queijos finos. Dança começa: slow quente. Ele com Sofia, abre camisa dela, mama na mão. Eu com Armand: mãos nos meus peitos, na bunda; eu sinto pau dele endurecer contra mim. ‘Estás molhada, queres-me?’ ‘Sim… mas devagar.’ Dedos dele na minha cona ensopada.
O Clímax Selvagem e o Após-Gosto Divino
No salão privado, espelho no teto. Sofia manda: ‘Ajoelha, tira os fios.’ Nuos, Clara na minha volta, pernas abertas. Eu acaricio peitos dela, Armand chupa a cona dela devagar, língua no clitóris. Ela geme, corpo tremendo no meu. Sinto cheiro de sexo, suor misturado a Chanel. Ele fode-a: pau grosso entrando lento, bolas batendo. Eu meto dedo no cu dela, outra mão no clitóris. Eles gozam gritando, esperma escorrendo.
Eu nuinha, cona latejando. ‘Agora tu, Armand.’ Ele me penetra por engano primeiro – pau quente abrindo-me, delícia. Corrige, fode Clara forte, eu guio, aperto cu dela. Gozo com eles, dedos na cona cheia de porra. Depois, Ricardo me leva pro iate no Algarve, villa privativa. No convés, noite quente, estrelas, vinho verde gelado. Ele me come devagar: pau fundo, mamilos na boca, ondas balançando. Gozamos juntos, suor salgado na pele.
De manhã, sozinha na cama king size, lençóis de 1000 fios. Olho fotos no telemóvel: nós, nus, luxúria pura. Sinto-me privilegiada, corpo saciado. Foi além do sonho – luxo e tesão selvagem. Quero mais. Liga-me, Ricardo?