Acabei de voltar dessa loucura. Meu corpo ainda treme. Tudo começou no Four Seasons de Lisboa, aquele hotel de 5 estrelas com vistas para o Tejo. O ar quente da noite portuguesa entrava pelas janelas francesas, misturado ao cheiro de jasmim e perfume Chanel No. 5 que borrifei no pescoço. Eu, Joana, a rececionista de luxo, vestida com um uniforme justo de seda preta, saia curta revelando as coxas, saltos altos clicando no mármore polido.
O telefone tocou. ‘Mademoiselle, meu irmão Miguel chegou de jet privado. Está no pavilhão VIP. Sirva-lhe de companhia esta noite. Cuide do bem-estar dele.’ Era o gerente, Guilherme, voz calma e elegante. Fui logo. Ele esperava no salão privativo, suado, trapalhão, barrigudo, contrastando com os sofás de veludo e cristais Baccarat. ‘Porra, que calor! Onde está o gin? E tu, que bombom! Olha esse rabo, caralho!’
A Chegada ao Hotel e a Montante da Tensão Sexual
Ele me agarrou o queixo, cheirava a tabaco caro e suor. Eu recuei, mas sorri profissional. ‘Sou Joana, para o servir, senhor.’ Girou-me como um troféu. ‘Que tetas! Dá para encher as mãos de um homem de verdade.’ Ruborizei, o coração acelerado. O quarto cheirava a limão siciliano e vinho verde pétante no balde de gelo. Servi-lhe um gin tonic com limão fresco, provei um gole. ‘Brindemos à cona molhada e à pila dura!’
Ele contou histórias vulgares do irmão, salvando-o de escândalos com mulheres. Eu ouvia, fascinada pelo contraste. ‘Ajuda-me a despir.’ Poilento, gordo, sacou o caralho viçoso, roxo, veiado. ‘Gostas? Vai ser teu.’ Ofereci mostrar os seins por 500 euros. ‘Nunca pago! Mostra a cueca, então.’ Levantei a saia devagar, revelando o triângulo de renda branca, pernas entreabertas. Ele masturbava-se furiosamente, olhos vidrados. ‘Uau, que coninha!’ Gozou jatos grossos no peignoir de seda, gemendo alto.
‘Vai buscar whisky single malt.’ Desci, peguei a garrafa escura, na casa de banho VIP esmaguei ampola de sonífero líquido – sabor discreto. Adicionei duas. A ruiva Elisa, minha subordinada, viu. ‘Shh, não digas nada.’ Subimos. Ele, nu, chamou-a. ‘Vem, minha pequena.’ Serviu-lhe o copo. Bebeu tudo. ‘Boa noite’, saí, aliviada.
O Sexo Intenso e o Prazer Dominante
No quarto de Guilherme, no topo da suite presidencial, bati. Ele abriu, peignoir de seda entreaberto, corpo atlético, perfume amadeirado. ‘Ele quis-te foder?’ ‘Sim, recusei.’ ‘Fizeste bem.’ Suspirei, aliviada. ‘Preciso de ti… a tua porta está sempre aberta.’ Sorriu, abriu mais. O quarto era puro luxo: cama king size com lençóis de 1000 fios, champanhe Dom Pérignon gelado, luzes suaves.
Ele apontou o chão. ‘A joelhos.’ Mas eu queria mandar. Tirei-lhe o peignoir, amarrei os pulsos com a cinta à cabeceira. Ele, surpreendido, excitado. Montei-lhe as coxas, cona roçando o caralho duro, quente, latejante. Esfreguei devagar, molhada de desejo. Subi, foda a boca dele na minha cona. Língua chupando o clitóris, sucos escorrendo. ‘Assim, devagar…’
Desci, guiei o caralho à entrada. Empalei-me lenta, centímetro a centímetro, preenchendo-me toda. Pubis colados, ondulava ritmada. ‘Fode-me mais fundo.’ Ele gemia, eu controlava, mãos nos braços dele. Acelerei, cona apertando o caralho grosso, bolas batendo. O prazer subia, ondas quentes. Gritei no orgasmo, corpo convulsionando, leite dele jorrando dentro, enchendo-me.
Desamarrei-o, deitamos exaustos. O jet dele esperava amanhã para o iate na Algarve, mas esta noite foi minha vitória. Seda na pele, gosto de sal e champanhe na boca, cheiro de sexo misturado ao luxo. Sinto-me rainha, privilegiada, saciada. Quero mais assim.