Acabei de voltar de uma viagem inesquecível. Cheguei a Lisboa no meu jet privado, o ar quente da noite portuguesa envolvendo-me como um abraço. O hotel de 5 estrelas no Chiado era puro luxo: mármore frio sob os saltos, cheiro de jasmim e Chanel No. 5 no lobby. Eu vestia um vestido de seda preta que roçava a pele, os mamilos endurecendo com o ar condicionado. A festa exclusiva no terraço superior prometia tudo: convidados VIP, música suave de jazz, taças de Dom Pérignon gelado borbulhando na boca.
Eu dancei devagar, o vinho pétillant aquecendo o ventre. Vi-a então: uma loira escocesa deslumbrante, Lindsay, num robe rubi colado ao corpo perfeito. Seus olhos azuis cruzaram os meus, um sorriso malicioso. Mais ela não estava sozinha. Dois empregados – um maduro, forte como um touro, farda vermelha e dourada; o outro jovem, esguio, cabelo escuro ondulado – serviam-na na suíte presidencial ao lado. Curiosa, segui o som de risos abafados pela porta de serviço, o coração acelerado. Empurrei o cortinado de veludo, espiando.
A Noite Começa com Chegada Triunfal
No quarto iluminado por velas, o balde de gelo suava ao lado de pivoines rosas. Lindsay ajoelhada, a boca envolvendo o caralho grosso do maduro, chupando com ritmo aplicado, os diamantes na coiffure brilhando. O jovem entrou com o plateau de mignardises, parou, os olhos arregalados. Vi a protuberância crescer na calça dele. Ele abriu o zíper, libertando uma verga longa e fina, masturbando-se devagar. ‘Fica mais um pouco, preciso de companhia…’, murmurou ela com sotaque sexy. O cheiro de sexo misturava-se ao perfume caro.
Não resisti. Saí das sombras, o vestido úmido entre as pernas. Lindsay ergueu os olhos, sorriu. ‘Tu és uma voyeurzinha safada…’ Puxou-me para o quarto, champagne na mão. Bebi tudo, o álcool queimando a garganta. Seus lábios nos meus, língua doce invadindo. Os seios dela, pesados e firmes, libertos do robe. O maduro apertava-os, lambendo o pescoço. O jovem atrás, a verga roçando minha bunda pela seda. ‘Queres brincar?’, sussurrou ela. Despi-me, a pele arrepiando com o ar noturno.
O Clímax de Prazer e Luxúria Selvagem
No chão persa macio, ela chupou-me a cona, língua no clitóris inchado, dedos abrindo-me. ‘Que delícia molhada…’ Gemi alto, as coxas tremendo. O jovem, Sebastião, aproximou-se: corpo grego, verga enorme. ‘Paris para ti’, ri. Ele lubrificou com saliva, enfiou devagar no meu cu apertado. Doía e excitava, cada centímetro preenchendo-me. O maduro fodia a boca dela. Depois, trocamos: eu cavalguei o maduro, cona engolindo o caralho grosso, sucos escorrendo. Sebastião no cu, dupla penetração – os dois caralhos alternando, esticando-me ao limite. ‘Fode mais forte!’, gritei. Orgasmo veio em ondas, corpo convulsionando, gritando em português cru.
Lindsay lambeu meu cu arrombado, misturando esperma e mel. Eu chupei a cona dela, salgada e inchada, clitóris duro na língua. O maduro gozou na minha cara, quente e grosso. Sebastião encheu meu cu de novo, leite escorrendo pelas coxas. Cansados, caímos na cama king size, lençóis de seda amassados. ‘Foi épico’, disse ela, acendendo um cigarro fine. Os homens saíram discretos.
Deitei-me ao lado dela, o corpo dolorido mas saciado. O luxo – o yacht esperando amanhã na Algarve, a villa privada – tornava tudo perfeito. Senti-me rainha, privilegiada. Aquela noite em Lisboa mudou-me: desejo sem tabus, luxúria selvagem num palácio. Amanhã, mais. Durmo com o gosto de champagne e sexo na boca, sorrindo.