Estava no bar do Ritz em Lisboa, aquele canto exclusivo com vistas para o Tejo. O ar cheirava a Chanel No. 5 e a couro italiano. Eu usava um vestido de seda preta, colado ao corpo, realçando a curva das minhas nádegas. Lábios vermelhos, olhos brilhantes de vinho verde pétillant. Ela apareceu do nada. Alta, elegante, uns 40 anos, vestido vermelho justo, perfume Tom Ford que me envolveu como uma névoa quente.
Começámos a falar. Boca no ouvido, por causa da música suave de fado jazz. ‘Gostas daquelas dançarinas ali?’, sussurrou ela, apontando para o centro. Contou-me fantasias: ‘Imaginava-a nua, a cona molhada a pulsar.’ Ri, um riso nervoso, mas senti o calor subir. Os meus mamilos endureceram contra a seda. Ela olhava-me assim, despindo-me com os olhos. Senti a humidade entre as pernas, como na infância com a prima, mas agora adulta, luxuriosa.
A Sedução no Bar do Hotel Ritz
‘Vem comigo’, disse, voz firme, mão na minha. Levei-a até à suite dela no andar de cima. Elevador privativo, champanhe Dom Pérignon gelado à espera. A suíte era um sonho: cama king size com lençóis de linho egípcio, varanda com a noite lisboeta quente e estrelada. Bebi um gole, bolhas no céu da boca. Ela trancou a porta. ‘Vira-te’, ordenou. O espelho mostrou o meu rosto corado.
Colou-se por trás, mãos nas minhas ancas. ‘Estás tão bela… tão dócil.’ Franziu os braços, abrindo o vestido. Sem sutiã, os meus seios saltaram livres. ‘Olha estes mamilos… um está tímido.’ Puxou-os, torcendo devagar. Gemi baixinho. Endureceram, vaidosos. ‘Bom rapaz.’ Desceu a mão, desabotoou a saia. ‘Deixa cair.’ O tecido deslizou, revelando as minhas cuecas de renda branca. ‘Pés nus primeiro.’ Ajudou-me com os saltos, dedos quentes nos tornozelos.
‘Baixa as cuecas, minha potranca. Mostra a cernelha.’ Coração aos pulos, obedeci. Nua, curvei as costas como ela queria. ‘Mais baixo! Abre as nádegas.’ Usei as mãos, exposta: cona inchada, molhada, cu apertadinho. Lágrimas nos olhos, mas o prazer… ah, o prazer era uma febre. ‘Linda coninha rosada, a pingar.’ Dedo dela roçou os lábios, entrou devagar na minha boceta, fodendo-me ritmado. ‘Gostas, não é? Diz!’
O Êxtase Selvagem na Suite Privada
‘Sim… fode-me mais’, balbuciei. Ela riu, cravou dois dedos fundo, polegar no clitóris. Gozei rápido, pernas a tremer, sucos escorrendo pelas coxas. Mas não parou. Virou-me, ajoelhou-me no tapete persa. ‘Agora a minha vez de te usar.’ Desabotoou o vestido, cona depilada à minha frente, cheiro almiscarado. ‘Lambe.’ Enfiei a língua, chupando o clitóris inchado, dedos no cu dela. Ela gemia, puxando o meu cabelo. ‘Mais fundo, puta!’ Gozou na minha boca, squirt quente no meu rosto.
Pegou na minha mala de couro, usou o cinto como trela no pescoço. ‘Inclina-te na cama.’ Fodeu-me o cu com os dedos, primeiro um, depois dois, lubrificado com o meu próprio mel. ‘Vais ser minha. Amanhã, jato privado para o iate na Algarve.’ Gozei de novo, anal, gritando no luxo da suite. Ela vestiu-se, beijou-me a bochecha. ‘Amanhã, 10h. Não falhes.’ Saiu, deixando-me nua, trémula.
Voltei para casa de táxi, corpo ainda latejante. O marido dormia. No banho, toquei-me revivendo tudo: o cheiro dela, o gosto salgado, a seda fria. Senti-me privilegiada, eleita para este mundo de luxo e luxúria. Aquela noite mudou-me. Agora, anseio pelo iate, pelas ondas quentes do Algarve, pela sua trela. Foi real, cru, divino.