Há uns anos que ando mais quietinha, mas esta semana aconteceu algo de novo, algo que me deixou a tremer. Cheguei de jato privado a Lisboa, direto para o hotel de cinco estrelas no Chiado. O ar cheirava a jasmim e maresia, a noite portuguesa quente como um beijo molhado. O meu marido, fã absoluto de rock, reservara tudo para uma festa privada num iate na Algarve. Eu? Não sou de heavy, mas adoro as baladas sensuais, tipo aquelas que arrepiam a pele.
Vista-me com elegância: vestido de seda preta colado ao corpo, sem sutiã, os mamilos a marcar levemente o tecido fino. Saltos altos, mas não vulgares. Ele, camisa branca aberta no peito, calças justas. No iate, luzes suaves, champanhe Dom Pérignon a borbulhar no copo gelado, o sal do mar misturado com o perfume Creed Aventus dele. A banda tocava baladas lentas, o deck balançava devagar. Dançava no lugar, braços no ar, o vestido a subir um pouco, mostrando a pele nua da barriga. Adorava os olhares.
A Atmosfera Exclusiva e a Tensão que Subia
À minha direita, um jovem de trinta, elegante, fato slim, olhos famintos. Virava-se sempre, o olhar dele nos meus seios livres, agitados pela música. Sorri-lhe. Ele corou, mas não desviou. Pus-me à frente do meu marido – ele é alto, não tapava nada – e guiei as mãos dele para as minhas ancas. Sensação da seda deslizando, calor das palmas dele. Depois, subi-as para os peitos. Ele apertou, massageou devagar. Gemi baixinho. Virei a cabeça: o jovem olhava, hipnotizado. Sorri, convidei com os olhos.
‘Queres brincar?’, sussurrei ao marido. Ele, possessivo mas cúmplice, disse: ‘Vai, amor. Diverte-te.’ Beijei-o, larguei a clutch aos pés dele e fui para diante do jovem. Ele hesitou. Peguei nas mãos dele, pus nas minhas ancas. Pressionou firme. Subiu ao ventre nu, roçando a seda. ‘Mais acima’, pensei. A balada arrastava-se, mágica. Ele ousou: mãos nos meus peitos, apertando os mamilos duros. Arrepios. Beijou-me o pescoço, cheiro a aftershave caro, língua quente.
A música mudou, outra balada lenta. Um homem mais velho, uns cinquenta, tatuagens discretas sob o linen shirt, sorriso predador, estendeu a mão. Olhar ao marido: luz verde. Ele puxou-me, beijou-me com fome, mãos nas minhas nádegas, pressionando contra o volume duro no calção dele. ‘Gosto disto’, pensei. Virei-me de costas para ele, para ver o mar negro e as estrelas. Mãos ásperas no ventre, subiram aos peitos, malaxando com força. Pinçou os mamilos – adoro isso! – e chupou o lóbulo da orelha, como se me comesse toda.
O Clímax Intenso e a Luxúria Desenfreada
‘Estás sem cueca, aposto’, murmurou ele no meu ouvido, voz rouca por cima da música. Não respondi. ‘Diz lá.’ Olhei-o feroz: ‘Cala-te e toca.’ Ele riu baixo. Desci uma mão dele à saia do vestido. Ele entendeu. Subiu as coxas, levantou o tecido. Dedos calejados na minha cona depilada, já encharcada. ‘Molhada que nem uma puta’, pensou ele, mas eu gemi. Entrou um dedo fundo, mexeu, saiu e meteu-me na boca. Chupei o meu próprio mel, salgado e doce. Ele lambeu depois.
Voltou à cona, roçando o clitóris inchado. Masturbava-me ali, no deck do iate, sob as estrelas algarvias. O jovem via tudo, olhos esbugalhados. O marido sorria, excitado. Dedos dentro e fora, rápido, o polegar no clitóris. Gozei forte, corpo a tremer, cona a pulsar nos dedos dele. Ele segurou suave, deixou-me cair devagar.
‘Queres mais?’, perguntou. Olhei o mar, o marido, o jovem. Um anjo passou… Houve mais, foda selvagem na cabine, caralho dele grosso a encher-me, gemidos ecoando no luxo. Depois, de volta à villa privada, corpo dormente de prazer, champanhe na banheira de mármore. Senti-me rainha, privilegiada. Aquela noite, luxo e luxúria fundidos, para sempre na memória. Inesquecível.