Acabei de voltar dessa loucura. Hum… ainda sinto o corpo a pulsar. Tudo começou com um jet privado de Paris para Lisboa. O ar condicionado fresco, o cheiro de couro novo e champanhe Dom Pérignon. Ele, o meu amante milionário, já me esperava no aeroporto com um Mercedes Maybach. ‘Minha rainha’, sussurrou, beijando-me o pescoço. Fomos diretos ao Four Seasons Ritz, suite presidencial. A vista para o Tejo ao pôr do sol, lençóis de seda egípcia a roçarem a pele nua. Tirei o vestido Tom Ford devagar, só com lingerie La Perla preta. Ele observava, os olhos famintos. ‘Quero-te agora’, disse, mas segurei-o. ‘Espera pelo iate.’ Bebemos vinho verde pétillant, gelado, bolhas a dançar na língua. A noite lisboeta quente entrava pela varanda, misturando-se ao perfume dele, Creed Aventus, amadeirado e macho.
De manhã, outro jet para Algarve. Chegámos à marina privada. O iate, 50 metros, casco branco reluzente, tripulação discreta. Subimos a bordo: deck de teca aquecida, jacuzzi borbulhante, bar com garrafas de Cristal. Três amigos dele, todos VIP: um banker inglês, um investidor russo, um surfista local tatuado. Elegantes em polos Lacoste, mas eu via o volume nas calças. Vestido curto de seda vermelha, sem nada por baixo. O sol ardia, sal do mar na pele. ‘Vamos para a villa’, propôs ele, enquanto o iate zarpava. Tensão no ar… olhares cruzados, mãos a roçar coxas. No bar, mojitos com hortelã fresca, rum añejo. Senti a cona a humedecer, o tecido a colar. ‘Estás pronta?’, perguntou o russo, voz grave. Sorri, mordendo o lábio. A brisa algarvia quente, cheiro de jasmim e mar.
A Chegada ao Éden de Luxo e a Tensão Crescente
Anchramos perto da villa de luxo nas falésias. Piscina infinita, candeeiros de Murano, cama king size com vista oceano. Entrámos nus. Ele mandou: ‘Mostra-lhes.’ Deitei-me na borda da piscina, pernas abertas. ‘Vem, chupa-me a cona’, gemi. O surfista português ajoelhou-se primeiro, língua ávida no clitóris inchado. ‘Que delícia molhada’, grunhiu. O banker inglês meteu-me o caralho na boca, grosso, veias pulsantes, cheiro de macho excitado. Engoli até à garganta, saliva a escorrer. O russo fodia-me os seios com o pau oleado, pré-gozo salgado na pele. Ele, o meu amante, enfiou dois dedos no cu, lubrificando com óleo de massagem Tom Ford. ‘Quero o teu cu apertado’, disse. Virei de quatro no deck, sol a queimar as costas. O inglês fodeu-me a cona forte, bolas a bater no clitóris. ‘Mais fundo, fode-me como uma puta!’, implorei. O russo entrou no cu devagar, esticando-me, dor prazerosa. ‘Que cu guloso’, rosnou. O surfista chupava os mamilos duros, mordendo. O amante alternava: cona, cu, boca. Gozei primeiro, corpo a tremer, esguichos na piscina. ‘Goza na minha cara!’, mandei ao banker. Jatos quentes no rosto, engoli o resto. O russo explodiu no cu, enchendo-me. O surfista gozou entre os seios, o amante na cona, misturando sêmen.
Depois, jacuzzi quente, bolhas a massagear o corpo exausto. Champanhe gelado na pele, lambido devagar. Senti-me rainha, privilegiada. ‘Nunca senti tanto’, confessei, aninhada nele. O mar calmo, estrelas algarvias. Luxo puro, luxúria selvagem. Volto amanhã? Hum… talvez.