Acabei de voltar, o corpo ainda treme. Tudo começou no hotel Four Seasons, em Lisboa. O quarto suite, vista para o Tejo ao pôr do sol. O ar quente da noite portuguesa entrava pela varanda, misturado com o perfume dele, um Creed Aventus caro, amadeirado, que me deixou tonta. Eu vestia um vestido de seda preta, colado à pele, os mamilos endurecendo com o roçar do tecido.
Ele era o Ricardo, 50 anos, magnata do vinho, elegante no fato Tom Ford. Encontrámo-nos no bar, copos de champanhe Dom Pérignon, bolhas cremosas na língua, doces e frias. ‘Estás divina, Inês’, murmurou, a mão grande na minha coxa, subindo devagar. Eu sorri, aberta, molhada já. ‘Gostas do luxo, não é?’, perguntei, voz rouca. Ele riu baixo, olhos famintos.
A Chegada Luxuosa e a Tensão Crescente
De repente, ‘Vamos para o Algarve, no meu jet’. O jato privado esperava no aeroporto. Dentro, couro macio nos assentos, eu sentei no colo dele. Beijos quentes, língua dele na minha boca, mãos abrindo o vestido. Senti o volume duro contra mim. ‘Paciência, minha puta chique’, sussurrou. O avião descolou, vibração entre as pernas.
Aterrámos em Faro, carro Rolls-Royce para o porto. O iate, 50 metros, branco reluzente, ancorado na baía de Lagos. Subimos a bordo, empregados discretos servindo caviar e vinho verde pétillant. A villa de luxo ao fundo, mas ficámos no convés. Noite quente, estrelas, brisa salgada. Ele tirou a camisa, peito largo, pelos grisalhos. Eu despi o vestido, só lingerie de renda La Perla, preta, transparência nos seios cheios.
‘Quero-te agora’, disse ele, voz grave. Eu hesitei, ‘Aqui?’. ‘Sim, selvagem’. A tensão era elétrica, cona latejando.
Ele me empurrou contra a amurada, beijos vorazes. Rasgou a renda, mamilos duros na boca dele, chupando forte, mordendo. ‘Ah, caralho’, gemi. Mãos dele no meu cu, dedos molhados de saliva, abrindo. Eu agarrei a pica dele, grossa, veias pulsantes, cabeçona vermelha. ‘Chupa-me, Inês’. ajoelhei no teak quente, boca cheia, saliva escorrendo, engoli até à garganta, ele fodia a boca, gemendo ‘Boa puta’.
O Êxtase Selvagem no Iate
Levantou-me, virou-me, cona exposta ao ar salgado. Dedos na entrada, molhada como nunca. ‘Estás ensopada’. Empurrou a pica de uma vez, fundo, rasgando. ‘Fode-me forte!’, pedi. Ele obedeceu, estocadas brutais, bolas batendo no cu. Eu gritava, unhas nas costas dele. Mudou, deitei no sofá de exterior, pernas nos ombros, penetrava mais fundo, caralho inchado. ‘Goza na minha cona!’, berrei. Ele acelerou, suor misturado, cheiro de sexo e mar. Gozei primeiro, cona apertando, esguichando no abdómen dele. Ele explodiu, jatos quentes enchendo-me, leite grosso escorrendo pelas coxas.
Ficámos ali, ofegantes, ele ainda dentro. ‘Incrível’, murmurou, beijando o pescoço. Limpou-me com toalha Egyptian cotton, champanhe na pele.
Depois, villa iluminada, cama king size, lençóis de seda Frette. Fizemos de novo, devagar, ele lambendo a cona inchada, língua no clitóris. Eu montei, balançando, seios saltando. Gozámos juntos, corpos colados.
Agora, sozinha no meu apartamento em Lisboa, sinto o privilégio. Aquela noite, luxo e luxúria pura. O jet, iate, villa – tudo dele. Eu, a mulher portuguesa que vive sem tabus, provei o êxtase dos ricos. Valia cada gota de suor, cada grito. Quero mais.