Cheguei a Lisboa num jet privado ao pôr do sol, o céu alaranjado sobre o Tejo. O ar quente carregava o perfume de jasmim e sal. O hotel de 5 estrelas no Chiado era puro luxo: mármore italiano, lustres de cristal, o cheiro subtil de Tom Ford Oud Wood no lobby. A directora, Dona Isabel, esperava-me. Cinquentona elegante, cabelos grisalhos num chignon perfeito, tailleur azul-marinho de seda, olhos cinzentos que me despiam devagar. ‘Bem-vinda, Sofia. A suite presidencial é sua’, disse ela, voz suave como veludo.
Subi as escadas acarpetadas, a mala de crocodile rolando atrás. A suite… ah, lençóis de seda Frette frios na pele, vista para o castelo de São Jorge, uma garrafa de champanhe Veuve Clicquot gelada. Tomei um duche quente, água a cair como chuva tropical, sabonete de bergamota. Desci para jantar com Isabel no seu apartamento privado no hotel. ‘Whisky? Com soda?’, perguntou, pernas cruzadas, um tremor na voz. Bebi devagar, o gelo a tilintar, o álcool a aquecer-me o ventre. Falámos de Lisboa, do luxo que ela adora. ‘Aqui, os segredos viajam rápido… mas a vida é doce’, murmurou, servindo-me mais um copo. Senti a tensão, os olhares demorados, o calor da noite portuguesa a entrar pela janela aberta.
A Chegada Luxuosa e a Montante da Tensão
À noite, barulho na suite ao lado: risos, passos, um gemido abafado. Espreitei: Pedro, o novo gestor VIP, alto como um deus grego, rosto angelical, com a namorada Inês, loira vaporosa em vestido de chiffon. ‘Desculpa, não sabia que estavas aqui’, disse ele, sorriso malicioso. Fiquei acordada, a parede fina deixava passar tudo: suspiros dela, ‘Shhh, vais acordar a Sofia’, grunhidos dele. O meu corpo reagiu, um formigueiro entre as coxas, respiração acelerada. Toquei-me devagar, imaginando.
De manhã, Pedro convidou-me para o pequeno-almoço no bar do hotel. ‘Hoje, iate na Algarve. Jet privado ao meio-dia. Vens?’ Aceitei. Voámos baixo sobre o Atlântico, o sol a queimar a pele bronzeada. O iate, 40 metros de branco imaculado, cheirava a teca e sal. Champanhe rosé, ostras frescas. Inês animada, mas a mana dela, Ana, 22 anos, curvas perfeitas, cabelo negro ondulado, minissaia que mal tapava as coxas suculentas… colou-se a mim no convés. ‘Gostas do luxo, Sofia? Eu adoro’, sussurrou, mão na minha perna, unhas vermelhas a arranhar de leve. A brisa quente, o vinho a subir à cabeça, olhares de Pedro no leme.
O Clímax Selvagem e o Prazer Incomparável
Na villa privada na Algarve, piscina infinita no penhasco, noites quentes como fogo. Jantar à luz de velas, caviar, vinho Alvarinho gelado, sabor frutado na língua. Ana sentou-se ao meu lado, coxa contra coxa. ‘Queres saber um segredo?’, disse, dedos na minha nuca. Inês irritou-se: ‘Para com isso, Ana!’ Discussão, copos batidos. Pedro acalmou: ‘Vão para a suite master’. Ana seguiu-me, olhos famintos. Na cama king size, seda egípcia, luzes tamisadas.
Ela despiu-me devagar, boca nos meus seios, língua a circundar os mamilos duros. ‘Estás molhada, Sofia’, gemeu, dedos na minha cona, escorrendo. Eu gemi, ‘Fode-me com a boca’. Ela ajoelhou-se, língua quente a lamber o clitóris, chupando forte, dois dedos dentro, a bombear. O cheiro dela, almíscar e desejo. Virei-a, cona raspada, rosada, encharcada. Enfiei a língua fundo, ela gritou ‘Caralho, sim!’, ancas a tremer. Peguei no vibrador de cristal da mesa de cabeceira – luxo até no sexo – meti-lho, pulsando alto, enquanto lambia o cu apertado. Ela gozou, esguichando na minha cara, corpo em convulsões. ‘Agora tu’, disse, e eu montei-lhe a cara, rebolando, cona no clitóris dela, safadas a roçar. Gozei gritando, ondas de prazer, suor misturado.
De manhã, Ana partiu com Inês, paz feita. Olhei o mar da varanda, corpo dormente de prazer, champanhe na mão. Que privilégio: jet, iate, villa, luxúria sem tabus. Sinto-me rainha, saciada, pronta para mais. Lisboa e Algarve guardam os meus segredos mais quentes.