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Noite de Luxúria: Do Jet Privado à Villa no Algarve

Cheguei a Lisboa no meu jet privado, o ar quente da noite portuguesa a envolver-me como um abraço sedutor. Instalei-me no suite presidencial do Four Seasons, com vistas para o Tejo. A seda dos lençóis roçava a minha pele nua enquanto tentava trabalhar no laptop. Mas o programa travava, erro idiota: ‘Index out of range’. Suspirei, frustrada. Eram quase nove, o business center fechava em meia hora.

A sala estava quase vazia. Um casal saía, rindo. No fundo, um homem inclinado sobre um ecrã. Atético, moreno, olhos negros profundos, uns 30 anos. Traços firmes, charme irresistível. Vestia camisa branca impecável, cheirava a Creed Aventus, fresco e amadeirado. ‘Queres ajuda?’, perguntou com voz grave, aproximando-se sem eu dar por ele. Aceitei, coração acelerado.

A Tensão no Hotel de Luxo em Lisboa

Sentou-se ao meu lado, explicou o erro com paciência. As nossas mãos roçavam acidentalmente, descargas elétricas. O seu perfume invadia-me, misturado ao meu Chanel No. 5. O programa correu. ‘Obrigada’, murmurei. Ele sorriu: ‘Jantas agora? O restaurante aqui é divino. Eu pago.’ Não resisti.

No jantar, prosecco gelado borbulhava na taça, sabor cítrico e fresco. Falámos de tudo: ele, investidor em tech, solteiro, desportivo. Olhos negros cravados nos meus, ruborizei quando roçou a minha mão ao passar o sal. ‘E agora?’, perguntou, voz baixa. ‘Vem à minha suite. Café… ou mais.’ Sorriso devastador.

Na suite, luz suave das lâmpadas. Ele aproximou-se, mão no meu rosto, calor da pele. Beijo suave, depois feroz, línguas dançando. As suas mãos deslizaram pela minha blusa de seda, desabotoaram-na. Tirei-lhe a camisa, abdómen definido. Pele contra pele, gemidos. Desci a saia, ele o fato. A sua pica dura saltou do boxer preto, grossa, veias pulsantes, cheiro almiscarado excitante.

Ajoelhei-me, enfiei-a na boca, gulosamente. Ele agarrou os meus cabelos, fodia-me a boca devagar. ‘Que delícia, caralho’, grunhiu. Lambi as bolas, chupei o caralho até ao fundo. Ele virou-se, encostou-se à secretária de mármore. Abri-lhe as nádegas firmes, língua na roseta, lambendo o cu apertado. Ele gemia, alto.

Paixão Selvagem na Villa do Algarve

Deitou-me na cama king size, pernas abertas. Enfiou um dedo no meu cu, depois dois, enquanto chupava a minha cona molhada. ‘Estás ensopada’, disse. Preservativo na pica, sentou-se nela devagar. A sua verga encheu-me, quente, apertada. Cavalguei-o, mamas balançando, unhas nas costas dele.

Mudámos: ele por cima, fodia-me forte, bolas batendo na minha pele. Gritei de prazer, orgasmo a explodir. Ele gozou no preservativo, corpo tenso.

‘Vamos ao meu iate no Algarve?’, propôs, ainda ofegante. Jet privado à espera. Horas depois, no iate ancorado perto de uma villa exclusiva, mar calmo, brisa salgada. Na villa, piscina infinita, cama balinesa. Segunda ronda: ele lambeu-me a cona até eu tremer, língua no clitóris. Enfiei-lhe o cu com os dedos enquanto o mamava.

De quatro, ele meteu-me o caralho no cu, lubrificado, devagar. Dor inicial, depois prazer puro. ‘Fode-me o cu, mais forte!’, implorei. Ele obedecia, mãos nas minhas ancas, suor misturado ao óleo de massagem Tom Ford. Gozei de novo, cona a pulsar. Ele saiu, gozou nas minhas mamas, esperma quente escorrendo.

Deitados, vinho do Porto na boca, corpos entrelaçados. Ele beijou-me o ventre, limpou-me com a língua. Extenuada, feliz. Ele vestiu-se: ‘Foi incrível, mas tenho de ir.’ Beijo final, saiu. Fiquei na cama de seda, cu latejante, mas flutuando de satisfação. Privilégio puro, luxúria sem limites. Nunca me senti tão viva.

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