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Minha Noite de Luxúria Inesquecível: De Lisboa ao Iate no Algarve

Acabei de voltar dessa loucura. Meu corpo ainda treme. Tudo começou no Tivoli Palacio de Seteais, em Lisboa, um hotel 5 estrelas com vistas para o Sintra. Eu, vestida num robe de seda preta que roçava minha pele como um amante, desci ao bar. O ar cheirava a jasmim da noite portuguesa e ao perfume dele, um Creed Aventus caro, amadeirado e fresco. João, um executivo rico de 50 anos, grisalho charmoso, olhos penetrantes, me olhou como se já me comesse.

‘Queres um copo de champanhe, linda?’, disse ele, voz grave, mão roçando a minha. Era Moët & Chandon, bolhas estalando na língua, doce e fresco. Conversamos sobre viagens, desejos. Sua perna encostou na minha sob a mesa de mármore. Senti o calor subindo, minha calcinha úmida. ‘Vamos pro meu quarto?’, sussurrei. Ele sorriu, levou-me pelo elevador privativo. Lá, luz baixa, lençóis de algodão egípcio. Ele me beijou o pescoço, mordendo leve. ‘Estás molhada pra mim?’, perguntou, dedo deslizando entre minhas coxas. Sim, pingando.

A Tensão no Hotel de Luxo em Lisboa

De repente, ele chamou o jet privado. ‘Vamos pro meu iate no Algarve. Agora.’ Corri pro quarto, troquei por um vestido de seda vermelha, justo, sem sutiã. O jet decolou à meia-noite, couro dos assentos macio, vinho tinto português escorrendo pelos lábios. Sua mão na minha nuca, me puxando pro colo. ‘Chupa meu pau aqui, safada.’ Tirei o zíper, seu caralho grosso, veias pulsando, cheiro almiscarado. Lambi devagar, língua no saco peludo, gozo prévio salgado na boca.

Chegamos ao iate ancorado na baía de Lagos, lua cheia, mar calmo, brisa quente de verão. A villa anexa brilhava com luzes suaves. Ele me arrastou pro deck, champanhe gelado derramado nos meus peitos. ‘Tira tudo, puta.’ Nua, joelhos no teak quente, chupei ele forte, garganta profunda, baba escorrendo. ‘Engole tudo, vadia.’ Seu pau enorme, 20cm, grosso como punho, me rasgava a boca. Ele gemeu, fodeu minha cara.

O Clímax Selvagem no Iate do Algarve

No quarto da villa, espelho enorme refletindo tudo. Ele me jogou na cama king size, lençóis de seda fria na pele suada. Abriu minhas pernas, lambeu minha cona raspada, clitóris inchado. ‘Que delícia de boceta molhada.’ Dedos no cu, dois de uma vez, lubrificando. ‘Quero te foder o rabo.’ Eu gemi: ‘Vai, João, me arromba.’ Ele untou com óleo de massagem Chanel, pau na entrada. Doloroso no começo, mas prazer veio forte. Entrou devagar, depois bombou selvagem, bolas batendo na minha bunda. ‘Grita, caralho!’ Eu urrei, orgasmo explodindo, squirt molhando os lençóis.

Ele me virou de quatro, fodeu minha cona agora, alternando buracos. ‘Sou teu macho, tu és minha puta de luxo.’ Pincei meus mamilos duros, ele apertou forte, dor misturada com gozo. Virei, montei nele, cavalguei louca, unhas no peito peludo. Seu cheiro de suor e colônia me inebriava. ‘Goza dentro, enche meu cu!’ Ele explodiu, jatos quentes enchendo meu intestino, escorrendo pelas coxas.

Depois, deitados no deck, estrelas acima, mar sussurrando. Brindamos com Veuve Clicquot, corpos colados, suor secando na brisa. Senti-me rainha, privilegiada. Esse homem, esse luxo, essa luxúria crua… Nunca vivi igual. Meu corpo marcado, alma saciada. Quero mais. Amanhã?

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