O verão acabava, depois de semanas intensas de trabalho. Cheguei a Lisboa num jet privado, o ronco suave dos motores ainda ecoando nos meus ouvidos. Check-in no Ritz Carlton, suite presidencial com vista para o Tejo. O ar cheirava a jasmim e maresia quente. Desfiz as malas, lençóis de seda fresca roçando a pele. Um banho quente, bolhas de espuma Chanel no corpo, preparei-me para a noite. Vestido justo, salto alto, perfume Tom Ford Oud Wood – profundo, viciante.
Desci ao bar, copo de champanhe Veuve Clicquot borbulhando na mão. Luzes tamisadas, piano ao fundo. Ele surgiu: alto, ombros largos, fato Tom Ford impecável. Olhos castanhos, sorriso confiante. ‘Boa noite, portuguesa?’, disse, voz grave como o fado. David, empresário de 35 anos, acabara de chegar de Faro no seu yacht ancorado na Algarve. Conversa fluiu: viagens, vinho do Douro, o calor pegajoso da noite lisboeta. As nossas mãos roçaram, eletricidade. ‘Queres ver o Tejo do meu suite?’, convidei. Ele aceitou, o desejo já palpável.
A Atmosfera Elétrica no Ritz e a Tensão Crescente
Na suite, portas francesas abertas, brisa morna. Brindámos com Moët gelado, o sabor ácido explodindo na boca. Ele aproximou-se, mão na minha nuca, beijo lento. Língua quente, gosto a gin tónico. O vestido caiu, lingerie La Perla de renda preta contra a pele bronzeada. Ele despiu a camisa, peito liso, músculos definidos. ‘Estás linda, tão molhada já’, murmurou, dedos deslizando entre as minhas coxas. Gemi baixinho, o tecido da cueca dele duro contra mim. Caí de joelhos, abri o fecho, a pila dele saltou – grossa, veias pulsantes, cheiro limpo de sabonete de luxo. ‘Quero-te na boca’, disse ele.
Chupei devagar, língua no glande inchado, bolas pesadas na mão. Ele agarrou o meu cabelo, ‘Assim, caralho, engole tudo’. A pila dele encheu-me a boca, salgada do pré-gozo. Ele tremia, fodia-me a boca com ritmo. ‘Vou gozar’, avisou. Engoli cada jato quente, cremoso, o sabor forte como o mar. Ele gemeu, ‘Boa puta, adoraste’. Limpou-me o queixo, beijou-me com fome.
O Êxtase Selvagem na Suite Privada
No quarto, luzes baixas, música lounge. Deitei-me na cama king size, pernas abertas. Ele lambeu-me a cona, clitóris inchado, dedos no cu. ‘Estás pronta para mim?’, perguntou, pila dura de novo. Lubrificante Tom de Denmark, preservativo fino. Entrou devagar, preenchendo-me toda. ‘Que caralho apertado’, grunhiu, bombando forte. Eu gemia, unhas nas costas dele, ‘Fode-me mais fundo, rasga-me!’. Mudámos posições: missionário, eu por cima, cavalgando selvagem, mamas balançando. Ele apertava as minhas nádegas, dedo no cu. ‘Quero o teu cu agora’, disse. Virei-me de quatro, ele cuspiu no buraco, pila escorregadia. Penetrou, dor prazerosa misturada. ‘És enorme, fode o meu cu!’, implorei. Ele acelerou, bolas batendo na cona, suor misturado ao meu. Gozei primeiro, cona contraindo, grito rouco. Ele veio logo, enchendo o preservativo no meu cu, corpo colapsando sobre mim.
Depois, deitados na seda encharcada, champanhe morno nos lábios. Ele acariciava os meus seios, ‘Foste incrível, nunca tive assim’. Falámos: ele ama iates na Algarve, convidou-me para o dele amanhã. Eu, bi-curiosa mas viciada em homens assim. ‘O teu gozo na boca foi divino’, confessei. Ele riu, ‘Quero-te de novo’. Dormimos entrelaçados, corpo dele quente contra o meu. Acordei com a pila dele dura na minha mão, chupei até ele gozar fresco na garganta. Pequeno-almoço no quarto: frutas, croissants, planos para o yacht. Saí dali plena, pele a cheirar a sexo e luxo. Um privilégio raro, esta fusão de elegância e luxúria selvagem. Nunca esqueço aquela noite portuguesa.